Não era minha intenção, nem sabia que tinha uma segunda parte da conversa xD mas tem e talvez seja a melhor parte. Aqui, Tina e Chris (induzidos como membros do Talking Heads, e quem fez o discurso foi o Anthony Kiedis), e o Chad (induzido como membro dos Peppers) discutem sobre o Hall Of Fame, e bandas como o Rush, que finalmente entrou esse ano. Enfim, confiram lá que vale a pena.
http://www.musicradar.com/news/drums/in-conversation-chad-smith-with-chris-frantz-and-tina-weymouth-part-two-582740
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Parabéns ao Ilustríssimo: Alex Lifeson
É, mais um membro do Rush chega aos 60. Depois de Neil Peart, agora a vez é do nosso querido gordinho-abobado-mago-das-guitarras. Ontem, Alex Lifeson chegou nos 60, tocando melhor que nunca e, apesar de ter dado uma bela engordada, não perdeu nada da rapidez das mãos.
Pra quem não sabe, o Rush tava em turnê do seu último lançamento de estúdio, Clockwork Angels, até o começo do mês. Além disso, como diria Dave Grohl, FINALMENTE o Rush entrou no Rock'n Roll Hall Of Fame. E por incrível que pareça, eles foram sim na cerimônia e o discurso até que foi bem surpreendente, principalmente do nosso aniversariante. Bom, não tenho muito pra falar do Lifeson, toda a carreira musical dele foi atrelada ao Rush, a exceção é Victor, seu disco solo de 1996. Só desejar os parabéns e muitos anos de vida, discos e shows do Rush.
Como era mais um lembrete, vou deixar pra vocês o Rush na cerimônia do Hall Of Fame. Vale a pena assistir.
Pra quem não sabe, o Rush tava em turnê do seu último lançamento de estúdio, Clockwork Angels, até o começo do mês. Além disso, como diria Dave Grohl, FINALMENTE o Rush entrou no Rock'n Roll Hall Of Fame. E por incrível que pareça, eles foram sim na cerimônia e o discurso até que foi bem surpreendente, principalmente do nosso aniversariante. Bom, não tenho muito pra falar do Lifeson, toda a carreira musical dele foi atrelada ao Rush, a exceção é Victor, seu disco solo de 1996. Só desejar os parabéns e muitos anos de vida, discos e shows do Rush.
Como era mais um lembrete, vou deixar pra vocês o Rush na cerimônia do Hall Of Fame. Vale a pena assistir.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Estréia
Sabe esse cara maroto ali? Phil Lynott...Cantor e compositor do Lizzy Thin. Olha, realmente...Eu nunca tinha me interessado, até ver um de seus vídeos e cara, essa banda é fodinha!
Os irlandeses começaram nos anos 70...auge mesmo foi em 77. Acabou nos anos 80 e voltaram com novos músicas em 2010. Porém, nesse tempo de idas e vindas,gravaram uns 12 discos de estúdio...fora as coletâneas, ao vivo e etc...
Se existem outras histórias sobre a banda? Ah deve existir, porém, eu to conhecendo aos poucos...Mas vale a pena dar uma olhadinha lá... http://www.thinlizzy.org/
Confesso que não gostei de Bad Reputation, mas gosto é gosto né...
Os irlandeses começaram nos anos 70...auge mesmo foi em 77. Acabou nos anos 80 e voltaram com novos músicas em 2010. Porém, nesse tempo de idas e vindas,gravaram uns 12 discos de estúdio...fora as coletâneas, ao vivo e etc...
Se existem outras histórias sobre a banda? Ah deve existir, porém, eu to conhecendo aos poucos...Mas vale a pena dar uma olhadinha lá... http://www.thinlizzy.org/
Confesso que não gostei de Bad Reputation, mas gosto é gosto né...
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Nata do Rock Apresenta: The Police (Parte 2)
Hoje, depois de quase uma semana sem postagem (3 desses dias foram pelo fato de eu estar sem o pc, e o resto por falta de inspiração), voltei, e com o fechamento da postagem sobre a carreira do The Police.
Em 1981, foi lançado o Ghost In The Machine. Apesar de fazer sucesso, e ter boas músicas como One World (Not Three) e Every Little Thing She Does is Magic, considero o mais fraco da carreira do Police. Outros hits do disco são Spirits In The Material World e Invisible Sun, os quais não me agradam muito, mas caíram no gosto popular. Se seguiu uma turnê de cerca de 100 shows, que tomou o 1982 do Police, primeiro ano que a banda não lançou um disco, desde 1978.
Outra razão para isso foi o começo das brigas entre Copeland e Sting. Certa vez, se não me engano, durante uma entrevista, os dois estavam tranquilos na entrevista, até que começou o arreganho. Resultado: Uma cadeira arremessada por Copeland em Sting e uma costela quebrada do baixista. Segundo o batera, "uma cadeira? Nãão... no máximo uma banqueta." xD
Em 1983, porém, o Police lançaria seu disco de maior sucesso (apesar de eu achar que o Zenyattà é tão bom ou melhor que ele), Synchronicity. Gravado em estúdios separados, justamente pela "questão social", como diria o para-raios Andy Summers, o boa-praça da banda. Até mesmo os overdubs foram fe
itos por um de cada vez no estúdio. O resultado? Sucessos e mais sucessos, como Synchronicity I e II, King Of Pain, Every Breath You Take e Walking In Your Footsteps, além de ótimas músicas como O My God, Miss Gradenko, Tea In The Sahara, Wrapped Around Your Finger, entre outras. O disco todo é praticamente perfeito. De quebra, foi o disco que terminou com o reinado de Thriller, de Michael Jackson, que estava há 37 semanas no topo das paradas da Billboard. A turnê que seguiu foi imensa, de mais de 100 shows. Se não me engano, foi a primeira (e única vez, ainda bem), que o Police usou músicos de apoio (2 garotas no backing vocal).
Depois disso, a banda até pensou em um sexto disco, mas as tensões eram muito grandes, e Sting queria sair em carreira solo. Após alguns shows em 1986, o Police acabou. Parecia que nunca mais iriam voltar.
Em 2003, a banda se reuniu para a indução no Rock and Roll Hall Of Fame. Com uma Message In A Bottle mal tocada, será que era a última aparição da banda?
Eis que, em fevereiro de 2007, o Police volta. Para tocar Roxanne no 49° Grammy Awards. Dois dias depois, anunciariam uma turnê comemorativa dos 30 anos da banda. E o resto é história. 153 showzaços, a maioria foi transmitida nos países onde a banda tocava. Argentina, Japão, Brasil, EUA, enfim. Vale a pena ver um deles. Ainda hoje, pleno 2013, não está descartada outra reunião. Pelo menos Andy Summers sempre fala "não considero nada acabado. Sempre estou disposto." Esperamos que os outros dois também pensem assim.

Outra razão para isso foi o começo das brigas entre Copeland e Sting. Certa vez, se não me engano, durante uma entrevista, os dois estavam tranquilos na entrevista, até que começou o arreganho. Resultado: Uma cadeira arremessada por Copeland em Sting e uma costela quebrada do baixista. Segundo o batera, "uma cadeira? Nãão... no máximo uma banqueta." xD

itos por um de cada vez no estúdio. O resultado? Sucessos e mais sucessos, como Synchronicity I e II, King Of Pain, Every Breath You Take e Walking In Your Footsteps, além de ótimas músicas como O My God, Miss Gradenko, Tea In The Sahara, Wrapped Around Your Finger, entre outras. O disco todo é praticamente perfeito. De quebra, foi o disco que terminou com o reinado de Thriller, de Michael Jackson, que estava há 37 semanas no topo das paradas da Billboard. A turnê que seguiu foi imensa, de mais de 100 shows. Se não me engano, foi a primeira (e única vez, ainda bem), que o Police usou músicos de apoio (2 garotas no backing vocal).
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Só não voa, Sting xD |
Em 2003, a banda se reuniu para a indução no Rock and Roll Hall Of Fame. Com uma Message In A Bottle mal tocada, será que era a última aparição da banda?
Eis que, em fevereiro de 2007, o Police volta. Para tocar Roxanne no 49° Grammy Awards. Dois dias depois, anunciariam uma turnê comemorativa dos 30 anos da banda. E o resto é história. 153 showzaços, a maioria foi transmitida nos países onde a banda tocava. Argentina, Japão, Brasil, EUA, enfim. Vale a pena ver um deles. Ainda hoje, pleno 2013, não está descartada outra reunião. Pelo menos Andy Summers sempre fala "não considero nada acabado. Sempre estou disposto." Esperamos que os outros dois também pensem assim.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Cuidado, altos índices de sedução...
Sex appeal, rebolador de primeira, vovô cobiçado, calcinhas molhadas, até a Katy Perry curte...
Sabe de quem estou falando,não?
Nasceu em 26 de julho de 1943 em Dartford , de início não fez tanto sucesso nos Stones, por incrível que pareça...Porém, era um bom aluno, tinha um futuro garantido na London School Economics...ABANDONOU TUDO para cantar músicas de Chuck Berry...E tem gente que diz que não é para desistir de sonhos né? Ás vezes dá certo...
Com isso ganhou o respeito e assim..até hoje canta nos Stones...Desde 1962!!!
Jagger é conhecido por diversas polêmicas incluindo dois casamentos, casos extraconjugais(e com isso 7 filhotes de 4 diferentes mulheres...isso confirmado,rsrs) e mais um pequeno caso com David Bowie...Esse negócio de uma mulher só e tudo direitinho, não é com ele.
Em 12 de dezembro de 2003 ganhou o título de Cavaleiro do Império Britânico.
Uma das polêmicas foi a tentativa de assassinado que até então ''seria realizada'' por um grupo de motociclistas insatisfeitos com um show dos Stones...Dizem que isso são boatos, dizem que Mick nunca ficou sabendo de nada...Enfim, é uma informação desnecessária, eu sei...
Mick gravou quatro cds solos...em 1985, o She's the Boss...em 1987, o Primitive Cool...em 93, Wandering Spirit e em 2001, Goddness in the Doorway.
Com os Stones foi uns 24 de estúdio e fora com a banda um tanto eclética SuperHeavy que conta com a presença de Joss Stone, Dave Stewart e até Damien Marley...
Sabe de quem estou falando,não?
Nasceu em 26 de julho de 1943 em Dartford , de início não fez tanto sucesso nos Stones, por incrível que pareça...Porém, era um bom aluno, tinha um futuro garantido na London School Economics...ABANDONOU TUDO para cantar músicas de Chuck Berry...E tem gente que diz que não é para desistir de sonhos né? Ás vezes dá certo...
Com isso ganhou o respeito e assim..até hoje canta nos Stones...Desde 1962!!!
Jagger é conhecido por diversas polêmicas incluindo dois casamentos, casos extraconjugais(e com isso 7 filhotes de 4 diferentes mulheres...isso confirmado,rsrs) e mais um pequeno caso com David Bowie...Esse negócio de uma mulher só e tudo direitinho, não é com ele.
Em 12 de dezembro de 2003 ganhou o título de Cavaleiro do Império Britânico.
Uma das polêmicas foi a tentativa de assassinado que até então ''seria realizada'' por um grupo de motociclistas insatisfeitos com um show dos Stones...Dizem que isso são boatos, dizem que Mick nunca ficou sabendo de nada...Enfim, é uma informação desnecessária, eu sei...
Mick gravou quatro cds solos...em 1985, o She's the Boss...em 1987, o Primitive Cool...em 93, Wandering Spirit e em 2001, Goddness in the Doorway.
Com os Stones foi uns 24 de estúdio e fora com a banda um tanto eclética SuperHeavy que conta com a presença de Joss Stone, Dave Stewart e até Damien Marley...
Ele ainda está em completa atividade...ele e os Stones, e cara, assim espero que logo logo ele dê as caras pelas terras brazucas!!!!
Deixo esses sites pu*a clichê, que acho que todos os fãs já devem conhecer...
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Chad Smith in conversation #1: Tina Weymouth and Chris Frantz
Bom, vou dizer pra vocês que descobri hoje esse grande achado. Já tinha ouvido falar desse "in conversation" antes (inclusive tem um com o Geddy Lee e o Alex Lifeson, se não me engano), mas só hoje que eu resolvi procurar saber mais sobre o que se trata.
Pra quem não conhece bem o Chad, pode achar que ele é só o baterista dos Peppers, mas ele trabalha afu no mundo da música. Ele também é o baterista do Chickenfoot (supergrupo formado também por Michael Anthony e Sammy Hagar, ex-Van Halen, além de Joe Satriani, vale a pena dar uma conferida, o som dos caras é foda), baterista do seu próprio "pojeto", Chad Smith's Bombastic Meatbats, endorser da Sabian e entrevistador nas horas vagas, como pude comprovar agora.
Não sei como é a proposta do "in conversation", se ele simplesmente chega ao acaso, encontra um músico famoso e então resolve entrevistá-lo, ou se marcam o encontro. Só sei que vale o tempo da gravação, pra quem curte histórias antigas das bandas de rock. Nesse, a conversa foi, como já dito no título, com a Tina Weymouth e o Chris Frantz, o casal baixista e baterista do Talking Heads e do Tom Tom Club.
http://www.musicradar.com/us/news/drums/in-conversation-chad-smith-with-chris-frantz-and-tina-weymouth-582176
A partir de agora, quando sair um desses eu posto pra quem quiser ver :D
Pra quem não conhece bem o Chad, pode achar que ele é só o baterista dos Peppers, mas ele trabalha afu no mundo da música. Ele também é o baterista do Chickenfoot (supergrupo formado também por Michael Anthony e Sammy Hagar, ex-Van Halen, além de Joe Satriani, vale a pena dar uma conferida, o som dos caras é foda), baterista do seu próprio "pojeto", Chad Smith's Bombastic Meatbats, endorser da Sabian e entrevistador nas horas vagas, como pude comprovar agora.
Não sei como é a proposta do "in conversation", se ele simplesmente chega ao acaso, encontra um músico famoso e então resolve entrevistá-lo, ou se marcam o encontro. Só sei que vale o tempo da gravação, pra quem curte histórias antigas das bandas de rock. Nesse, a conversa foi, como já dito no título, com a Tina Weymouth e o Chris Frantz, o casal baixista e baterista do Talking Heads e do Tom Tom Club.
http://www.musicradar.com/us/news/drums/in-conversation-chad-smith-with-chris-frantz-and-tina-weymouth-582176
A partir de agora, quando sair um desses eu posto pra quem quiser ver :D
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Dia Internacional do Canhoto
Acho que esse dia de hoje merece uma comemoração aqui, afinal, temos muitos canhotos que são grandes músicos... e eu sou canhoto também, como poderia esquecer?
Não esquecendo que o Ringo era canhoto também, mas tocava bateria como destro.
"E o Kurt Cobain?" Não vou colocar, sabem por quê? Ele era destro, mas era poser e tocava como canhoto para imitar os ídolos dele.
RÁÁÁ
GLU GLU IÉ IÉ
xD
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Nata do Rock Apresenta: The Police (Parte 1)
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Outlandos d'Amour, debut da banda |
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Reggatta de Blanc (1979) |
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Zenyattà Mondatta (1980) |
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Foto promocional da banda, provavelmente 1978 ou 1979 |
Por hoje é isso, daqui a alguns dias eu posto a segunda parte, quando o Police lançou o Ghost In The Machine, na minha opinião o mais fraco da banda, o lançamento do grande Synchronicity, onde começaram as tr3t4s entre Coppeland e Sting, que culminaram com o fim da banda, e a turnê de reunião.
domingo, 11 de agosto de 2013
Dia dos pais
Véi... depois falam em machismo :P diferente do dia das mães, onde abundam músicas sobre o tema, não lembro de muitas músicas sobre pais. Enfim, vale pelo dia :D
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Shows Históricos #14: Talking Heads - Stop Making Sense
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Psycho Killer: o famoso gravador e o pé de Byrne |
Quanto ao show da banda, podemos fazer uma pergunta: De quantas maneiras uma banda pode inovar num show? Bom, pode ser tocando pra nenhuma pessoa, tocando em uma arena, improvisando nos shows, tocando no telhado da gravadora, ou até mesmo tocando junto com uma orquestra, em plena década de 60. Mas o que o Talking Heads fez foi fora de série.


Bom, agora a banda está completa. O show segue normal a partir daqui? Não diria isso, recomendo que vejam o show para descobrir. Além disso tudo, é um show com muita energia, fruto das ideias do "maluco" David Byrne. Outro ponto interessante é o clima que o show tem, por não ter iluminação profissional. A iluminação do show se resume a abajures e algumas lâmpadas compridas, o que, segundo Byrne, "é para captar a essência do show, a música, não os destaques individuais".
Enfim, com vocês, Talking Heads!
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Os 45 anos do Shades Of Deep Purple e os 20 do The Battle Rages On (Parte 1)

Lançado em Julho de 1968, o disco do Deep Purple foi um marco: Além de ser a primeira das três da Santíssima Trindade do Hard Rock a lançar seu debut (Led Zeppelin só o faria em 1969 e o Black Sabbath, apenas em 1970), revela uma banda ainda um pouco imatura, tentando encontrar o seu som em meio a uma onda progressiva e lisérgica, a qual posso dizer que até influenciou em parte o quinteto nessa bolacha.
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Capa comemorativa |
One More Rainy Day é uma balada típica, das que apareceria num disco dos Beatles. É uma das menos badaladas do disco, mas é das que eu mais curto.
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Capa original inglesa |
Mandrake Root abre o Lado B. Na minha opinião, melhor música do disco. Com 6 minutos de puro peso, vale a pena uma ouvida. Ela começa até meio suingada, no trecho onde Evans solta a voz. Depois, um som de trovão/explosão/seiláqueporraéessa e a música muda totalmente. Destaque para Paice, enfurecido atrás da bateria, mandando muito bem.
Infelizmente, as últimas três músicas, Help! (cover dos Beatles), Love Help Me e Hey Joe (não preciso citar de quem é esse cover, não é mesmo?), não mantém o nível. Aqui eu tenho a impressão que o Lord exagerou um pouco na virtuose e deixou as músicas muito longas e chatas, principalmente os dois covers. Pra quem gosta, é um prato cheio, mas não me desce muito. Pra mim, o disco vale (e muito!) pelas cinco primeiras.
Bom, sugiro que coloquem o disco para tocar e ouçam até o final (ou pelo menos até Mandrake Root xD), vale a pena. Semana que vem, a segunda parte, com o polêmico The Battle Rages On.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
As 10 Coisas Mais Broxantes do Rock
Oh
galerinha olha quem ta de volta, é vocês querendo ou não (possivelmente não) eu
to de volta e como o Lima pediu vou fazer mais um Top 10 esse muito legal pelo
menos de se fazer.
As dez coisas mais broxantes do Rock
Em
décimo lugar, ele, odiado por tudo e todos: Ritchie Blackmore.
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Ó a cara de quem tá CAGANDO pra esse décimo lugar |
1)
FORME UMA BANDA REPLETA DE CARAS FODAS.
2)
FAÇA MUSICAS MUITO FODAS.
3)
EXPULSE MEMBROS IMPORTANTES DA BANDA, CASO NÃO
SE JÁ POSSÍVEL SAIA VOCÊ DA BANDA.
Eu
to debochando aqui, mas é uma pena um dos melhores guitarristas, coisa que tranquilamente
ele é, ser tão cuzão. Porque me desculpe aos faz de Morse mas o Blackmore é
insuperável coisa que se expressa no Machine Head.
Em
nono lugar é preciso entender o contexto: Led Zeppelin, uma das maiores bandas
de rock, quebrando todos os recordes de venda possíveis, com 7 álbuns na
Billboard ao mesmo tempo, lança o próximo álbum, que não prometia grandes coisas,
mas ainda assim era o Zeppelin. E era pra ser um bom álbum se não fosse o
Presence. Ok não é tão ruim assim, mas pega o ultimo álbum... o Physical Graffiti
era um álbum pra lá de bom e depois vem isso. Desculpa Page, mas podia ser
melhor.

Ah, os anos 90... uma bela época pro rock. NÃOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!! O que dizer sobre
o pseudo-rock dos anos 90 ou seu nome correto GRUNGE! Sério, gente, botem na
cabeça. Nirvana não é rock, é GRUNGE, GRUNGE OK? E não vem com: ‘É tudo a mesma
coisa’, não é. Senão não teriam inventado esse nome. O certo e que esse
estilo veio parar na sétima posição. (meio contraditório eu disse que não e
rock, mas ta na lista, mas como de costume foda-se)
Na
sexta posição (por sugestão do Lima, vou tirar essa de mim, concordo, mas a
ideia foi do Lima), a fase psicodélica dos Beatles. Agora realmente os Beatles
no inicio eram suportáveis, mas depois que eles quiseram dar uma de
Hendrix/Cream/Doors não deu nem um pouco certo então ta aí na sexta posição
Desde
os 60 esse gênero maravilhoso chamado Rock'n Roll existe, mas parece que hoje
em dia se faz tudo muito mais pela atenção do que pela musica e o desespero por
inovar fez com que muitas bandas literalmente f*dessem o rock. Uma coisa que
ajudou neste fato foi a banalização da mídia, hoje você não precisa ser bom pra
ter uma banda e fazer sucesso.Basta você convencer alguém a bancar você e você
mesmo pode lançar um disco isso faz com que músicos completamente despreparados
componham merda e lancem por ai. Outro fato e as pessoas possuírem uma péssima
referencia musical, ou seja, pra eles isso realmente é bom porque eles nunca
ouviram algo de qualidade, e eu não peco que elas ouçam coisas complicadas como
Deep Purple ou Rush um simples Beatles já melhoraria muito. Mas enfim o rock de
hoje fica na quinta posição.
Na quarta posição o ZZ Top entra com
tudo e um pouco mais, se fosse só o tudo até tudo bem o problema é o um pouco
mais. Sim o ZZ Top era uma banda muito boa ate começar a colocar esse um pouco
a mais na sua musica estragando por completo com o som.
Com o bronze entra uma das bandas
mais queridas do blog, se não a mais querida. Rush. Sim, o Rush vinha fazendo ótimos
discos até o Geddy Lee querer que a tecladeira tomasse conta fazendo com que as
maravilhosas guitarras de Lifeson fossem ocultadas e tornando o Rush... meh.
Bom, não era o Rush, por isso eles vieram parar aqui no terceiro lugar das
coisas mais broxantes do rock.
![]() |
Geddy com esse cabelinho anos 80 no encarte do Power Windows sintetiza tudo que essa terceira posição significa... |
Aí você me pergunta o que pode ser
pior que Lambert no lugar de Freddie. Bom pois rufem os tambores. Pois a coisa
mais broxante do rock são os shows do The Who atualmente. Sério... será que eles não
se ligaram que é hora de parar? Tá ficando ridículo só os dois tentando agradar. Será
que eles precisam de dinheiro? Não sei, o que eu sei é que isso mancha muito a imagem
do Who.
Parabéns ao Ilustríssimo: Roger Taylor

É, tio Rog fez 64 anos no último dia 26. Como na postagem de 2011 eu também falei muito mais sobre ele no Queen, eu vou fazer algo semelhante à postagem do Brian May: falar sobre sua carreira solo e o novo disco (que nunca sai), o The Unblinking Eye (ou Fun On Earth). Dizem que vai sair esse ano... será que agora vai?
Bom, pra quem não sabe, o primeiro integrante do Queen a se lançar em carreira solo foi o Roger. Assim como Freddie e Brian, uma carreira solo discreta, com boas músicas, mas sem grandes sucessos. Seus primeiros discos, Fun In Space e Strange Frontier são como artista solo. Em 1987, Roger escreveu um novo capítulo na sua história na música, fora do Queen. No meio do recesso que o Queen teve entre 1986 e 1989, Roger formou uma nova banda: o The Cross. Esta, por sua vez, até que obteve um sucesso moderado. Sua música mais conhecida é Heaven For Everyone, que conta com uma participação do Freddie. Posteriormente, em 1995, seria regravada para o póstumo Made In Heaven, do Queen.
O The Cross lançou 3 discos: Shove It , Mad, Bad and Dangerous to Know e Blue Rock e, em 1993, anunciou o seu fim, assim Roger voltou para a carreira solo, lançando o duramente criticado Happiness? e o bem recebido Electric Fire. De lá pra cá, muitas participações, ou "canjas" em shows de outras bandas, a volta com o Queen + Paul Rodgers e, agora desde 2008, o trabalho no novo disco. Esperamos que saia esse ano ainda.
Discografia
Como artista solo:
- Fun In Space (1981)
- Strange Frontier (1984)
- Happiness? (1994)
- Electric Fire (1998)
- The Unblinking Eye (Everything Is Broken) ou Fun On Earth (2013?)
Com o The Cross:
- Shove It (1988)
- Mad, Bad and Dangerous to Know (1990)
- Blue Rock (1991)
Com o Queen + Paul Rodgers:
- The Cosmos Rocks (2008)
domingo, 4 de agosto de 2013
Notícia: Lemmy dando cagaço em geral
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A suposta notícia é que o líder do Motörhead teria falecido após deixar o palco no show do Wacken Open Air 2013, depois de tocar apenas 7 músicas e se sentir mal.
A notícia foi desmentida algumas horas depois. Lemmy anda sim meio mal de saúde, alguns dizem coração, e outros falam em coluna. Mas o que importa é que ele tá bem agora. Pra comemorar, sugiro um Motörhead.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Top 5 Nata do Rock: Julho
É, já estamos em Agosto. Tá passando muito rápido, e eu fico feliz de ter recuperado uma frequência boa de postagens por mês, assim o blog sempre fica bem visualizado. O mês de Julho foi o melhor desde Janeiro, confirmando a crescente que temos desde o trágico mês de Fevereiro:
- 430 em Fevereiro
- 761 em Março
- 836 em Abril
- 979 em Maio
- 1292 em Junho
- 1306 em Julho
Tudo bem que foram só 14 views a mais, e que Julho é um mês de 31 dias. Mas é válido. Agora em Agosto, a meta é superar 1400. Mas chega de enrolação, vamos às postagens:
5 - Shows Históricos #3: Queen no Live Aid - 23 Views
Mais uma vez a minha postagem do festival que originou o Dia Mundial do Rock figurando entre as 5 mais vistas do mês. Pra quem não conhece, dê uma conferida. Basicamente eu falo sobre como foi esse showzaço do Queen. Apareceu até no Queen Net, site do fã clube brasileiro do Queen.
4 - Notícia: Últimas B-Sides do I'm With You (Parte 2) - 25 Views
A postagem com as minhas opiniões sobre o par This Is The Kitt/Brave From Afar, em questão de apenas 3 dias, alcançou o quarto lugar no Top 5. Dá pra dizer que é SUUUUUCESSO :D
3 - Nata do Rock Apresenta: ZZ Top (Parte 1) - 30 Views
Bem na hora de colocar essa postagem no Top 5, Gimme All Your Lovin' cai no aleatório... aí é que é tri! Bom, essa postagem é impressionante, raramente sai do Top 5 de cada mês, enquanto que a parte 2 quase nunca é vista (e é justamente a que fala do Eliminator).
2 - Notícia: Últimas B-Sides do I'm With You (Parte 1) - 31 Views
Mais impressionante que a do ZZ Top e que a Parte 2 dessa série. Essa em apenas 4 dias levou a medalha de prata. Essas são sobre o par Open/Close e Hanalei
1 - Os 40 anos do Queen - 86 Views
Essa foi imbatível. Uma das que eu considero mais inspiradas dos últimos tempos (e não poderia deixar de ser), a resenha dos 40 anos do debut do Queen merecia esse primeiro lugar. Maior sucesso do blog desde a resenha do Now What?!
Então é isso pessoal. Amanhã não sei se sai postagem nova, tenho uns trabalhos pra fazer. Quem perdeu alguma dessas aí, só clicar no link, confiram lá que vale a pena.
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