quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Nata do Rock Apresenta: The Police (Parte 2)

Hoje, depois de quase uma semana sem postagem (3 desses dias foram pelo fato de eu estar sem o pc, e o resto por falta de inspiração), voltei, e com o fechamento da postagem sobre a carreira do The Police.

Em 1981, foi lançado o Ghost In The Machine. Apesar de fazer sucesso, e ter boas músicas como One World (Not Three) e Every Little Thing She Does is Magic, considero o mais fraco da carreira do Police. Outros hits do disco são Spirits In The Material World e Invisible Sun, os quais não me agradam muito, mas caíram no gosto popular. Se seguiu uma turnê de cerca de 100 shows, que tomou o 1982 do Police, primeiro ano que a banda não lançou um disco, desde 1978.
Outra razão para isso foi o começo das brigas entre Copeland e Sting. Certa vez, se não me engano, durante uma entrevista, os dois estavam tranquilos na entrevista, até que começou o arreganho. Resultado: Uma cadeira arremessada por Copeland em Sting e uma costela quebrada do baixista. Segundo o batera, "uma cadeira? Nãão... no máximo uma banqueta." xD

Em 1983, porém, o Police lançaria seu disco de maior sucesso (apesar de eu achar que o Zenyattà é tão bom ou melhor que ele), Synchronicity. Gravado em estúdios separados, justamente pela "questão social", como diria o para-raios Andy Summers, o boa-praça da banda. Até mesmo os overdubs foram fe
itos por um de cada vez no estúdio. O resultado? Sucessos e mais sucessos, como Synchronicity I e II, King Of Pain, Every Breath You Take e Walking In Your Footsteps, além de ótimas músicas como O My God, Miss Gradenko, Tea In The Sahara, Wrapped Around Your Finger, entre outras. O disco todo é praticamente perfeito. De quebra, foi o disco que terminou com o reinado de Thriller, de Michael Jackson, que estava há 37 semanas no topo das paradas da Billboard. A turnê que seguiu foi imensa, de mais de 100 shows. Se não me engano, foi a primeira (e única vez, ainda bem), que o Police usou músicos de apoio (2 garotas no backing vocal).

Só não voa, Sting xD
Depois disso, a banda até pensou em um sexto disco, mas as tensões eram muito grandes, e Sting queria sair em carreira solo. Após alguns shows em 1986, o Police acabou. Parecia que nunca mais iriam voltar.
Em 2003, a banda se reuniu para a indução no Rock and Roll Hall Of Fame. Com uma Message In A Bottle mal tocada, será que era a última aparição da banda?

Eis que, em fevereiro de 2007, o Police volta. Para tocar Roxanne no 49° Grammy Awards. Dois dias depois, anunciariam uma turnê comemorativa dos 30 anos da banda. E o resto é história.  153 showzaços, a maioria foi transmitida nos países onde a banda tocava. Argentina, Japão, Brasil, EUA, enfim. Vale a pena ver um deles. Ainda hoje, pleno 2013, não está descartada outra reunião. Pelo menos Andy Summers sempre fala "não considero nada acabado. Sempre estou disposto." Esperamos que os outros dois também pensem assim.


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