Hoje é o dia do último par, Catch My Death e How It Ends. Ahh, e calma na alma que as postagens que eu pretendia vão sair, mas não hoje. O aniversário do Jagger talvez saia nos próximos dias, porque a Bruna tava sem internet. Bom, vamos às músicas. Outro ótimo par, com músicas com pegada, apesar de serem mais leves.
Catch My Death, como podem perceber pelo nome, é uma letra mais reflexiva, filosófica. Anthony mandou bem. A entrada parece Give It Away, mas então entramos numa atmosfera completamente Josh, mas com muito mais qualidade do que o que foi apresentado no IWY.
How It Ends é a mais fraquinha das seis. Apesar de ter uma guitarra legal, ela é meio repetitiva. O destaque aqui é o baixo, com certeza. Ainda assim, é uma bela música, mas não sei se entraria no IWY, se fosse por mim.
Bom, eras isso. Esse material novo me deu esperança de um trabalho bem melhor que o IWY, agora é esperar.
Hoje, o par da vez é This Is The Kitt/Brave From Afar. Posso dizer que o par que mais me surpreendeu foi esse. Pesado, groovy, duas músicas que poderiam entrar facilmente no I'm With You, a pegada é BSSM total.
As duas músicas tem apenas um problema em comum: o estilo do vocal do Anthony. Infelizmente, o único membro da banda que não acompanha a energia dos outros é o AK, e isso fica bem claro nessas duas músicas. Elas parecem bem pesadas até entrar o AK, depois cai no estilo do I'm With You. Mesmo assim, o trabalho dele nas duas músicas é bem satisfatório, acho que são as melhores dentre essas seis últimas.
Brave From Afar tem uma linha de baixo bem interessante, apesar do Flea estar mais comedido ultimamente, sem slaps e tal, surpreendeu dessa vez. O legal é que não é nada destacado demais, a linha é boa mas a guitarra do Josh tá bem alta também. Aliás, belo trabalho do Josh nessa música, é algo que eu não vi no I'm With You.
This Is The Kitt tem a mesma levada de Charlie, na bateria do Chad. Josh também tem uma pegada bem funk nela, vale a pena ouvir.
Bom, peço desculpas por ainda não ter postado sobre os aniversários do Roger Taylor e do Mick Jagger. ELAS VÃO SAIR :D Fiquem tranquilos. E a postagem sobre o último par de B-Sides sai amanhã ou terça.
No último dia 23, o Red Hot Chili Peppers, depois de inúmeras datas adiadas, liberaram para compra os últimos 3 pares de B-Sides do I'm With You. Nessa postagem eu vou falar sobre um dos três, e nas próximas eu vou falar sobre os outros.
O par que eu escolhi foi Hanalei e Open/Close, porque foi o que eu prestei mais atenção nas duas músicas.
Hanalei é bem interessante, apesar de ter o refrão meio repetitivo. Josh canta a partir de 3:05, eu achei o resultado bem legal. Além disso, por ser uma música mais leve, combinou com o vocal do Kiedis.
Open/Close lembra bastante os trabalhos do RHCP com o Navarro, na fase do One Hot Minute. Guitarra pesada e um andamento intrincado. Uma das melhores. Anthony canta, ou melhor, fala na primeira estrofe sobre uma história meio azarada que aconteceu com ele no rio na última vez que eles vieram pro Brasil. Na segunda, ele fala sobre o Hillel, o primeiro guitarrista da banda.
Bom, acho que não tenho mais nada pra falar sobre esse par... só ouvir e curtir.
Ok pessoal, sem xingamentos, não pude postar nos últimos dois dias, por isso que a minha promessa de postar no dia do aniversário foi pro saco. Mas o que vale é a lembrança, então...
No último dia 19, o nosso ex-aluno de astrofísica, ex-guitarrista do Smile e guitarrista do Queen, Sir Brian Harold May completou 66 anos de vida. GOD SAVE THE QUEEN!!!
Como eu não queria me repetir, e falar a mesma coisa de sempre sobre o aniversariante, tipo sobre a vida dele antes do Queen, o Queen, a Red Special, todas essas coisas que eu falei na postagem de 2011 sobre o aniversário dele (só clicar aqui pra ver), resolvi abordar um pouco a curta carreira solo dele.
Brian esteve em atividade como artista solo entre 1992, ano do último show do Queen, a 1999. Obviamente, ele deu uma parada entre 1994 e 1995, para produzir ao lado de Roger Taylor e John Deacon o póstumo Made In Heaven, que junto do single No One But You (Only the Good Die Young) foram os últimos lançamentos do Queen.
Nesse período, Brian lançou dois discos: Back To The Light, em 1992, um discaço, e Another World, em 1998. O Another World eu nunca ouvi, dizem ser muito bom.
Antes disso, o único material registrado por Brian como artista solo ou, no caso, Brian May and Friends, foi o EP Star Fleet Project, nas "férias forçadas" do Queen, onde Brian fez uma música baseada na música tema do seriado, um dos favoritos de seu filho, e outras duas que são longos solos de Blues e Hard Rock, feitos por ele e por Eddie Van Halen, "só" isso. Além desse material, tem um disco no estilo Flash Gordon, Furia, lançado em 2000. Brian teve a infeliz ideia de lançar a trilha sonora que ele fez pra um filme, novamente, e as críticas choveram nele, assim como foi com o Flash Gordon OST. Mas todo artista, sendo banda ou solo, tem seus momentos ruins. O negócio é aproveitar os bons e curtir, por isso que segue abaixo só as melhores do Sir Brian em carreira solo.
Discografia de Brian May:
Star Fleet Project (1983) - Lançado como Brian May and Friends
Back To The Light (1992)
Another World (1998)
Furia OST (2000)
The Cosmos Rocks (2008) - Com o Queen + Paul Rodgers
No dia 22 de julho de 1942 começou a deportação dos judeus para o Gueto de Varsóvia...Pensando no horror que foi este holocausto (as consequências da Segunda Guerra Mundial e etc), algumas músicas...Apenas algumas estão aí. Deve ter muuuuitas outras!
Obs.: Sim, algumas fugiram do tema mesmo...Mas estão todos interligados de alguma forma...