domingo, 9 de fevereiro de 2014

Coleções #2 - Leão (Parte I - Especial Led Zeppelin)

          Bom pra quem é leitor do Blog  já sabe que eu sou um dos maiores fãs de Led Zeppelin. Mas a grande verdade e que mesmo eu tendo coisa pra caramba ainda não me sinto satisfeito Entretanto ta ai a primeira parte da minha coleção.


            Bem em cima vocês podem ver o Celebration Day  quanto aos CD´s  da esquerda pra direita: 1º Fila - Led Zeppelin I, Led Zeppelin IV e Coda (Importado) 2º Fila - In Through the Out Door, Houses Of The Holy, Mothership (Importado) e o Presence.

Obs.: Não levem como uma exibição de minha parte o "Importado" e que realmente faz diferença na qualidade.


          Agora a minha parte favorita, os Vinis. Da esquerda pra direita: 1º Fila - Led Zeppelin I (Importado), Led Zeppelin II e In Through the Out Door. 2º Fila - Led Zeppelin III, Led Zeppelin IV (Importado) e The Song Remains the Same (Importado).


          A os livros eu nao li mais da metade deles so pra deixar claro. Mas vamos la mesma historia esquerda pra direita:

1º Fila

Tesouros do Led Zeppelin (Editora La Fonte, Autor Chris Welch, em Português, porém existe uma versão em inglês elas são iguais mesma capa e tal. Não li, mas vou mostrar todos os impressos).

Light and Shade: Conversations with Jimmy Page (Editora Virgin, não sei qual a editora Nacional, Autor Brad Tolinski, em Inglês. Esse eu li é muito bom vale e muito a pena e sinceramente se tu é bom no inglês compra o importado o livro é mais bonito e tu não tem os problemas de tradução. Caso alguém não tenha entendido tem em Português).

Led Zeppelin (Editora Titan, Autor Ray Tedman, em Inglês. Não sei se existe uma versão nacional, mas é um livro de imagens basicamente então mesmo que tu não saiba inglês tu não vai perde muita coisa.).

2º Fila

A Biography of Led Zeppelin: When Giants Walked the Earth ( Editora Orion, Autor Mick Wall, em Inglês. Sinceramente pra que muda a capa do livro? Ela era tão bonita. A capa Nacional é muito feia mas quanto a conteúdo diferente do Light and Shade o livro bem mais fiel, claro, ainda acho muito melhor a versão Internacional.).

Led Zeppelin: A Biografia Ilustrada (Editora Escala, Autores Tim Hill, Alison Gauntlett, Gareth Thomas e Jane Benn, em Português. Aparentemente existe uma versão gringa, mas nunca vi (detalhe: nunca procurei). Bom foi uma compra meio tipo: Eu tava numa livraria dai eu vi um desses e um dos Stones, tava afim de compra os dois cada um uns 35 pila olhei pra minha carteira só tinha dinheiro pra um não tive duvida e peguei o do Led.).

Livro e Capa respectivamente.

Parte de trás da capa e do livro.


Obs.: Se você tem um Toca Disco não seja um animal como eu e coloque peso em cima dele ou muitas pessoas vão querer você morto.

          Bom como prometido os impressos:

Cartaz dos Cinco Shows feitos no Earl´s Court em 1975
Cartaz Japonês do The Song Remains the Same

Cartaz Grande Amarelo: Show dos Yardbirds em Blackpool, Reino Unido, 1966. Com Jeff Beck e Jimmy Page integrando a banda.

Cartaz Pequeno Branco: Show do Led Zeppelin no St. Matthew´s Baths Hall, Ipswich, Reino Unido, 1971.

Ingresso Branco: Show no Budokan Hall, Tóquio, Japão, 1972.

Ingresso Rosa: Show em Colônia, Alemanha no dia 16 de julho de 1970


Cartaz Grande Preto: Show na famosa (nem tanto assim) Sala Azul Sueca, obviamente na Suécia, 1970

Cartaz Pequeno Bege: show Eletric Magic em Wembley, Londres, 1971

Cracha Bege: Dava acesso aos bastidores do show em Wembley.

Ingresso Azul: Show em Edimburgo, Escocia, 1970. Com participação da Barclay James Harvest.

Ingresso Amarelo: Show no Locamo Ballroom, Sunderland, Inglaterra, 1971


Programa de 1973 com assinatura dos 4 membros (obviamente é uma copia, antes que alguém venha a pensar merda).

Folheto publicitário da Premiere do The Song Remains The Same.


Parte de dentro do Programa de 1973



Cartaz Grande Azul com Branco: Show de Caridade em Hiroshima, Japão, 1972 (O livro diz que o show foi em Tóquio, mas eu vou ir pelo cartaz).

Cartaz Pequeno Branco: Show no Birmingham Town Hall, Birmingham, Inglaterra, 1971

Ingresso para a Premiere do The Song Remains The Same

Fotos dos quatro membros. James Patrick Page, John Henry Bonham, John Baldwin e Robert Anthony Plant.  
Antes que alguém pergunte o vinil embaixo é o Atom Heart Mother do Pink Floyd



O The Object da capa do Presence e uma replica da SG Double Neck. Quanto as tarraxas quebradas só tenho a agradecer a minha querida criaturinha chamada irmã.

Bom era isso, por favor galera divulguem o blog por que vocês não tem noção do trabalho que deu faze isso e não se preocupem eu dei uma vacilada essa semana mas semana que vem tudo volta ao normal vai te Quinta Underground, No Fim o Que Importa é o Talento, a segunda parte da minha coleção, e se não der muito trabalho a anterior até uma nova série. Curte a pagina do blog no face vota no 13 na enquete (serio pessoal nada contra o Purple mas esse disco do Sabbath acaba com qualquer outro) e compartilhem essa nossa série tenho certeza que muita gente tem suas coleções vamos compartilhar cada um a sua é bem facil no face tem tudo explicado mas falou.

Sons da Semana nº 4 - Especial Hot: As 5 Maiores Gatas do Rock

Eaí galera, como vocês já sabem, findi, momento de mais um Sons da Semana.

E já que por enquanto, vai ser só no findi que vou poder comparecer mesmo, vou me puxar pra unir esse sons da semana com um Top Top.

E nesse calorão todo que tá fazendo, tem coisa melhor pra falar do que mulher?

E devo admitir que, nessa semana, o que eu menos vi foi mulher, então vamos logo que esse Sons da Semana promete.

Sendo assim, eu vou começar os trabalhos trazendo uma das minhas músicas favoritas do DVD especial do Tequila Baby com o Marky Ramone, aliás, por falar nisso, logo mais postarei minhas coleções aqui para o projeto do Lima. Mas chega de papo e vamos de rock, Tequila Baby - Tira o Sutiã, Tira a Calcinha:


Agora que já estão todos no espírito, devo dizer que é difícil eleger a rockeira mais gata. Com certeza vão haver muitas opiniões contrárias, então não briguem comigo, apenas digam nos comentários o que acham que está certo ou errado.

Em 5º lugar temos uma loirinha do leste norte-americano que aos seus 34 anos continua linda e gostosa como desde quando começou a fazer sucesso, há uns 13 ou 14 anos atrás. No clipe abaixo, ela aparece mais ruiva, e até morena, mas vamos combinar que Alecia Beth Moore, mais conhecida pelos fãs como P!nk, é linda de qualquer jeito...


O nosso 4º lugar fica com uma canadense. Aliás, a canadense mais amada das Américas, de sul a norte. Claro que vocês já sabem que eu estou falando daquela loirinha que já tem (acreditem ou não) 29 anos, e parece que nunca envelhece, nossa querida Avril Ramona Lavigne. O clipe que eu escolhi é especial porque até então ela sempre agiu como molecona, como se fosse um garoto mesmo, e a partir desse clipe passou a mostrar toda sua feminilidade. Se não me engano (e não vou confirmar isso, afinal, aqui é um blog de rock e não de fofoca) foi quando ela noivou, ou algo do tipo. Com vocês, Hot:


Para o 3º lugar trago aqui um ruiva do Mississippi, também muito amada pelos fãs. Hoje em dia ela tem se puxado um pouco para o lado do pop, cantando ao lado de B.O.B., Eminem, um tal de Zedd (seja lá quem for esse animal), Fun., entre outros, porém, os dias de glória dela com certeza foram ao lado da banda Paramore. Aliás, o único show internacional que fui na minha vida inteira (até então) foi da Paramore... Mas agora chega de papo, com vocês, That's What You Get:


Agora vamos com o nosso 2º lugar. Basta eu dizer que ela é um sucesso brazuka que vocês já sabem né, só pode ser a linda, gostosa, sexy, perfeita, maravilhosa, Priscila Novaes Leone, ou, como é mais conhecida, Pitty. Pitty já foi oficialmente reconhecida como a cantora mais sexy da América Latina, então não é opinião só minha. E pra mostrar pra vocês o que é que a baiana tem, trago aqui Me Adora, e vamos ser sinceros... todos adoramos a Pitty.


O 1º lugar julgo mais que óbvio. Até porque, se eu escolhesse outra, era capaz até de apanhar na rua, ou sei lá. Se alguém ainda tá em dúvidas de quem é nosso primeiro lugar, aí vão mais umas dicas: ela é norte americana, tem a pele bem branca em contraste com o cabelo super escuro, tem 32 anos... bom, chega de dicas, todos vocês já sabem que estou falando de Amy Lynn Hartzler, ou simplesmente Amy Lee, a vocalista da Evanescence. E além de tudo, preciso dizer, ela não é só linda e tal, mas tem uma das vozes mais potentes que já ouvi. É uma cantora completa, que dispensa apresentações. E pra provar que tudo que eu disse é verdade, fiquem agora com Bring Me to Life:


E agora pra vocês um bônus. Essa semana foi quente pra caramba, e tá difícil aguentar tanto Sol. Agora imagina se houvessem dois sóis? Pois é, sei que essa provavelmente vai pra lista das piores piadas que eu fiz até por já estar batida pra caramba, mas a real é que eu gosto muito de Nando Reis, então aí vai O Segundo Sol:


Abraço pra vocês, logo mais venho aqui postar minhas coleções, não deixem de comentar o que acharam!

GRE-NAL ENTÃO...

Hoje...é como a própria música dos Titãs dita ''É dia de descanso...Nem precisava tanto''. Pois é, um domingão clássico de Gre-Nal...Tem coisa melhor?!

Porém, isso é só uma nota...Pra dar um olá para os colorados!

Obs.: Arthur, meu querido...Eu não posso deixar quieto.

Grande Ziggy!






E mais um recado pra ti, guri: Não adianta tirar foto minha dormindo com a camisa do Grêmio e enrolar ela em mim...Nasci colorada e morrerei sendo!


Valeu gurizada colarada!!! Esse é meu carinho para vocês!!!

Que vença o melhor (nós)... haha


Até o tio Paul veio e colocou a camisa.

Hoje é dia de GREnal...

E como bom gremista, não poderia de puxar a brasa pro nosso assado. VAMO TRICOLOR!! Hoje a postagem é com gremistas da música.


E umas ibagens, é claro...





Então eras isso. Que seja um jogão de bola, sem brigas, de preferência, porque rivalidade é uma coisa e idiotice é outra e... É O GRÊMIO, PORRA!


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Resenha #8: Rush - Roll The Bones



Mesmo que das, até agora, sete resenhas, três tenham sido do Rush, o trio canadense sempre dá pano pra manga. Tá, essa expressão foi uma bosta. O que eu quis dizer é que, o repertório desses 40 anos é vasto, diversificado e ao mesmo tempo tem um estilo característico da banda. Por isso eles são tema constante das postagens daqui. Hoje, como diz o título, vou falar sobre um ótimo álbum da banda, mas injustiçado, porque é um álbum "contido", alguns até diriam vazio. Mas que foi determinante pra uma volta do Rush ao som mais pesado, após muitas tecladeiras.

Não consigo considerar um álbum do Rush "o mais fraco". Todos tem suas peculiaridades, e não dá pra dizer que algum deles seja ruim. Já achei que o Caress Of Steel não era lá essas coisas, e que o Power Windows era chatinho. Depois de ouvir a fundo esses dois discos, percebi que na verdade, o Caress Of Steel tá mais pra um disco difícil de ser digerido, mas munido de muita qualidade, e o Power Windows, além de ser o ápice da inovação da banda nas tecladeiras, um bom disco sim. Talvez o Grace Under Pressure soe meio sem sal pois, apesar de dois grandes hits, o resto do disco não é tão empolgante. Não me julguem se mais pra frente eu mudar essa opinião também. Mas todos esses discos são papo pra outras postagens.
Talvez um Quinta Underground deles. Hoje é dia do Roll The Bones.

Lançado em 3 de Setembro de 1991, Roll The Bones traz um Rush moderno sem ser pesado. As guitarras são, obviamente, distorcidas, mas mescladas com os teclados. Algo como 50/50. Talvez 60/40. Diferente dos discos dos anos 80. Neil Peart e Geddy Lee, como sempre, formando uma cozinha fantástica. Alex focado em alguns riffs. Os vocais de Geddy, que já estavam mais contidos desde os antecessores Hold Your Fire e Presto, mantém essa linha, mais agradável, diga-se de passagem. O disco é tido como fraco, muitas vezes, por não ser ousado, como, por exemplo, foi o Counterparts, seu sucessor. Aqui a banda está cômoda, fazendo boas músicas mas nada extraordinário e inovador. Isso se reflete na duração das músicas, entre 3:50 e 5:40. E acredito que sim, eles podem se dar esse direito.
Parte de trás do CD

Roll The Bones começa os trabalhos com Dreamline, rápida e precisa. É um dos hits do disco. Percebe-se o trabalho perfeito entre guitarra e teclados, no momento que, no começo da música, a guitarra que dá o norte, e no refrão é o teclado, com aquela sucessão de três notas no início de cada volta. Neil Peart aqui faz algo meio diferente dos padrões de uma linha de bateria. No momento que Geddy canta as linhas "We're only at home when we're on the run/wing/fly", A condução continua a mesma, porém ao invés de prato de condução, bumbo e caixa, ele faz as notas da caixa no tom tom. Seguindo, temos Bravado. Uma das poucas (e belas) baladas do Rush. O maior destaque aqui é a bateria de Neil Peart. Ao todo, entre os quatro minutos e meio da música, são utilizadas pelo menos quatro levadas diferentes.

Bootleg da Roll The Bones Tour
Seguindo, mais um hit do disco. A faixa título, Roll The Bones. O que mais me chamou a atenção, quando eu era pequeno, era o clipe dela. Na hora do rapzinho, tinha um esqueleto que tirava a própria cabeça e cantava. Tipo, muito afude. Mas o aspecto musical dela é muito interessante: essa música é a cara do Rush dos 90. Ela tem uma faceta moderna, sem perder as viradas de Peart, os solos de Lifeson ou o baixo difícil do Geddy Lee. Tudo tá ali, mas numa outra abordagem. Sem falar nesse rapzinho aí.


Face Up, a quarta música, tem um andamento "pra frente". Não consigo encontrar outra maneira de descrever isso, mas é a palavra certa. A guitarra, a bateria e os vocais te dão essa impressão. Talvez seja o andamento acelerado dela. Já Where's My Thing, instrumental do disco (que perdeu o Grammy para Cliffs of Dover, do Eric Johnson), soa meio sem graça no estúdio, mas ao vivo, como pude ver no DVD da Clockwork Angels Tour, a cara dessa música ficou outra. Além de ter um solo de bateria de brinde.
Capa do single de Roll The Bones

The Big Wheel é a sexta música (e, se houve vinil pro Roll The Bones, provavelmente ela abria o lado B). Sua letra, assim como o teor das letras em geral, desse disco, fala sobre sorte (só conferir o nome da música e do disco - pra quem não tá ligado, Roll The Bones seria uma gíria que diz "role os dados". Sacou? Bones... osso, dados...). Tem um trabalho muito interessante de teclados. Apesar disso, a partir de Face Up, não temos mais hits, apenas músicas boas. Talvez essa má distribuição contribua pra fama do Roll The Bones.

Heresy, por exemplo, é uma música legalzinha, mas nada de mais. Não acrescenta nada no disco. E olha que eu já fui mais implicante com ela, de pular enquanto ouvia o CD. Não posso dizer o mesmo de Ghost Of A Chance. Entre as quatro últimas músicas, ela é um destaque. Tem um riffzinho de guitarra bem legal e uma letra interessante.

Neurotica é outra boa música. Mostra essa roupagem moderna do Rush, mas confesso que já gostei mais dela. Hoje em dia ouço de boa mas não é mais aquele entusiasmo de antes. E pra fechar o disco, You Bet Your Life, uma música que poderia ser mais curta. Tem uns jogos vocais interessantes, mas ela tem 5 minutos, quando poderia ter uns 4. No geral, um disco bom, como todos do Rush, mas com a banda bem mais focada em outra proposta, que passa longe da mesma banda que fez discos como 2112 e Hemispheres. Azar dos fãs radicais e sorte dos ecléticos. Cabe ao ouvinte se adaptar, porque isso já é moleza pro trio.

Pra quem quiser saber quanto custou o CD, só clicar aqui e ver minha postagem sobre a minha coleção
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