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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Aconteceu em Porto Alegre #5: Foo Fighters na FIERGS (Parte 2)

Segue a segunda parte, com uma sessão de fotos e entrevista da nossa amiga, que compareceu ao show, Rafaela Marobin:


‘’Bah, eu cheguei lá era 4:30 da tarde e o primeiro show foi do Comunidade, dai a galera ate agitou porque conheciam as musicas, mas foi fraquinho. Dali uns 40 min. veio Kaiser Chiefs, que é muito massa a banda! Eles tão acompanhando o FF na turnê e tal... E a galera gostou muito do show. O do FF começou às 9:30, uns 15 atrasado. Eles entraram meio tímidos. Eles começaram com Something From Nothing.
Eu tava na pista premium verde então eu consegui ficar na frente. Fiquei na grade da passarela onde o Dave passava.
Depois eles tocaram The Pretender e teve o flash mob e eles ficaram bem felizes. Na pista, lá atrás, o pessoal reclamou muito do show,  disseram q o som não chegava lá,  e tinha uma barraquinha que ficava na frente da pista, onde tinham os equipamentos de som e atrapalhou muito a visão das pessoas, então muitos reclamaram
Nas músicas acústicas (tipo skin and bones) o dave foi tocar lá na frente. Ele até fez uma piada pro pessoal que tava lá atrás. Ele falou tipo "vocês estavam aí a noite toda?"
E então a banda passou ali na frente da grade, toda a banda se deslocou lá pra frente, de repente, no meio do show SUBIU UM PALCO NO MEIO DA PASSARELA, e eles tocaram no meio da passarela! e o palquinho era giratório! Eles tocaram covers e numa do Queen o Dave foi pra batera. Eles faziam muitos solos e tal, no meio das musicas. Teve uma que todas as luzes do palco se desligaram e a galera acendeu as lanternas. Foi lindo *-*


E o show realmente durou 3 horas! Haha’’

E na íntegra, algumas fotos enviadas pela fã entrevistada:












terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Aconteceu em Porto Alegre #4: Foo Fighters na FIERGS (Parte 1)

Um dos shows mais esperados em 2015 chegou para deixar boas lembranças em todos. A banda de Seatlle formada por Dave Grohl  (ex-Nirvana), Nate Mendel, Taylor Hawkins (sou apaixonada, como fã), Chris Shiflett e Pat Smear apresentaram o show do Sonic Highways , porém, com diversos hits, basta ver o set abaixo:

Something From Nothing 
The Pretender 
Learn to Fly 
Breakout 
Generator 
My Hero 
Congregation 
Walk 
Cold Day in the Sun 
In the Clear 
I'll Stick Around 
Monkey Wrench 
Skin and Bones 
Wheels (Soloed by Dave Grohl)
Times Like These (Half with Dave, half with full band)
Detroit Rock City (KISS cover)
Miss You (The Rolling Stones cover)
Tie Your Mother Down (Queen cover) (Dave on drums and Taylor on vocals)
Under Pressure 
All My Life 
These Days 
Rope 
Outside 
Best of You 
Everlong

Segue alguns vídeos e algumas fotos (de autoria de uma amiga fã, Rafaela):














Sentiu a vibe né? Eu to chorando aqui por não ter ido, mas tudo bem...Espero ir no Rush e nos Stones (e espero que eles venham pra cá). Ok essa é a primeira parte, na segunda postagem virá mais surpresas.


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Resenha #11: Foo Fighters - Sonic Highways


Obs.: Este relato ocorreu ao mesmo tempo que eu estava ouvindo, por isso, foi escrita todas as sensações para dar mais veracidade ao conteúdo.

Para quem viu a minha postagem sobre o Wasting Light, aqui vai uma boa surpresa: SONIC HIGHWAYS É DEMAIS! Por quê? Por ser mais a cara do Foo Fighters e ter menos ‘’pegada eletrônica’’.

Something from Nothing é aquilo do que se espera do Foo Fighters. Uma boa pegada de guitarras e os gritos loucos de Dave, porém, com uma letra racional. A letra tem como inspiração o incêndio de Chicago de 1871, quando a cidade era toda feita de madeira e, já viu?

Porém, chega a The Feast and The Famine...E também fala sobre conflitos e condições humanas. E sim, fala algo sobre...chamas, incêndio, fogo e sei lá. Pode se imaginar uma situação assim. Musicalmente, não foge muito da primeira música. Segue a mesma linha...

Congregation é mais melódica, de instrumental simples e repetitivo. Também tem um teor mais reflexivo sobre as condições humanas.

What Did I Do / God As My Witness é como se um demônio, sei lá...Quisesse te pegar, mas tu tem algo muito maior para te salvar. Gospel? Pense o que você quiser. Isso foi algo que eu não esperava. Sim, porque alguma música tem que fugir do que foi tocado anteriormente. E isso é bom? É, se for bem feito, o que ocorreu com essa música, claro. Início melódico e um pouco leve, para terminar em um velho instrumental Foo Fighters já conhecido.
Posso garantir que este é um dos raros álbuns que pode se dizer ‘’Ele é todo bom e não só algumas músicas...’’

Outside...Pois bem...Primeira música mais sentimental amorosa. Não tão explícita, mas alguém andou vendo coisas deprimentes nos jovens e quis sair logo daquele mundo, ser tirado por uma pessoa.
In the Clear é a minha menos preferida, musicalmente. Chata, sendo direta. E tem uma letra igualmente reflexiva.

Subterranean algo bem diferente do que eu esperava, musicalmente. É menos ‘’guitarras cortantes, gritos do Dave e a mesma bateria, clássica’’. Mais suave, podemos dizer...

I Am a River termina como um término de filme...Depois das desgraças citadas no início, o final é esperançoso. Conclusão do disco é essa. Musicalmente inicia como uma Subterranean e o final é mais "pesado".

Acho que irei ouvir mais uma vez o Wasting Light. Talvez eu posso mudar a minha opinião e até fazer uma nova postagem com um outro olhar, porém, a parte musical do Sonic Highways é boa e as letras, moralizantes. Quem gosta disso, é uma boa dose dupla imperdível.
Fico pensando aqui, se isso teve alguma influência no fato de ser gravada em oito cidades distintas. Acredito que sim, pois este álbum, mesmo sendo produzido pelo Butch Vig (o mesmo do Wasting), veio mais maduro e profundo. Ouçam mais vezes, recomendo!


Ah, o HBO fez um mini-documentário sobre esse álbum, com pequenas entrevistas. Vale a pena conferir.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Notícia: Novos clipes da nova leva de discos de novembro

Passei rapidinho aqui pra trazer alguns dos clipes que tão rolando pra algumas músicas do Sonic Highways, do Foo Fighters, do Rock or Bust, novo do AC/DC, que sai no fim de novembro/início de dezembro, e do Queen Forever também. Do The Endless River, ainda não saíram os clipes bônus da edição especial. Fiquei curioso, mas não espero ter que comprar a edição essa, que provavelmente vai sair por uma grana preta. O Floyd podia ser um pouco menos mercenário e disponibilizar no canal do Youtube. Enfim, chega de papo, vamos às músicas.

Se vocês perceberem algo estranho no baterista... sim, não é o Phil Rudd. Ele não apareceu nem na photoshoot da banda pro disco, nem na gravação do clipe


Bom, era isso... coisa bem rápida mesmo, que eu ando na correria aqui. Mais pro fim da semana saem umas postagens mais elaboradas. 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Notícia: Foo Fighters no Brasil e a nova picaretagem do Queen

Típico da lei de murphy. Num ano não vem ninguém pra cá  (o que sobrou do Guns não conta), no outro vem todo mundo. Se a especulação em torno de uma vinda dos Stones a Porto Alegre, para fevereiro de 2015, está muito forte, o Foo Fighters se antecipou e anunciou sua nova turnê, (que provavelmente vai promover o novo álbum da banda, Sonic Highways, previsto pra novembro) passando pela América do Sul no início de 2015. As datas são 21 (Porto Alegre), 23 (São Paulo), 25 (Rio de Janeiro) e 28 de Janeiro (Belo Horizonte).

O que eu acho disso? Deve ser um baita show, na real. É só não vir com frescurinha de ingresso custando o olho da cara que lota fácil. Acho que uns 180 pila pela pista tá mais do que bem pago, é meio que o padrão. Iria no show, tranquilamente, mas a prioridade é os Stones. Se eles vierem mesmo, Grohl e sua trupe que me desculpem, mas vou ter que ir ver os velhinhos.



A segunda notícia do dia é aquela que já andou pelo blog algumas vezes, lembra? Aqui, aqui e aqui também. Infelizmente Brian May provou mais uma vez por que tem a fama que tem. Quando ele falou em "músicas inéditas do Queen", todos ficaram tipo "legal, um disco nos moldes do Made In Heaven talvez", tanto que ele disse que eram "encontramos um monte de coisas não lançadas, músicas inéditas. São 3, 4 ou 5, talvez mais, não importa", o que nos levava a pensar que pudessem existir outras, compondo, pelo menos, um EP de inéditas.


Pois bem. Qual não foi minha decepção ao ver o tracklist do "novo álbum". Comecei a ler e pensava comigo mesmo sobre o que lia...

- "Let Me In Your Heart Again... não conheço, legal, começou bem."
- "Love Kills... hum, o Queen vai arrumar essa música do Freddie, como fez com I Was Born To Love You e Made In Heaven."
- "There Must be More to Life Than This, o famoso dueto com Michael Jackson... legal'

Até aí, de três músicas, apenas uma era uma música do Queen inédita, mas as outras duas eram aceitáveis, nesse sentido. Eis que começa a minha decepção. Continuei olhando o tracklist e lá veio... It's A Hard Life, Love of My Life, These Are the Days Of Our Lives, Who Wants to Live Forever, Somebody To Love, etc.

Logo após, uma "edição deluxe", dupla, que tinha outras 16 músicas, NENHUMA inédita. Naquele momento eu fiquei tipo "puta que pariu, Brian. Tanta demo do Queen rolando por aí e tu me vem com TRÊS inéditas?". Espero muito que algumas dessas músicas já lançadas sejam, na real, versões alternativas, talvez demos. Ninguém mais quer saber de coletânea do Queen, de boas.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Resenha #7: Wasting Light


Decidi falar sobre ele porque eu simplesmente decidi...Foi depois de um sonho maluco na qual eu estava em um avião e o Dave pediu pra eu fazer algo bom pra ele. Doido, não?! Pois aqui falo sobre este álbum, que eu curto muito.

1. Bridge Burning- Reconheço que é um bom começo de um álbum. Aos poucos cada instrumento ganha seu espaço, sendo ''cortado'' pela voz de Dave. Talvez ela seja um tanto parecida com muitas outras e tem ''refrão cantante'', certamente se tu ouvir, vai se lembrar.

2. Rope- Grandes merda que virou um single. Não é uma das minhas favoritas. É triste saber que o Dave enche de ''efeitinhos'' a voz dele. Aposto que iria se vez dar bem se fosse tocada na fóssil MTV TV. Por isso virou single...mas, não, não me agrada. Tu podes te acostumar, mas não é uma música muito boa. A bateria até que se sobressai...

3. Dear Rosemary- Ah meu, toca na tua festinha que vai dar certo e a galera vai curtir. SÓ ISSO QUE EU TENHO PRA FALAR DESSA MÚSICA. E eu gostei dela depois de ouvir muitas vezes, tipo, mais por  costume mesmo do que pela qualidade.

4. White Limo- Que porra é essa?! Talvez tem gente que vai curtir, talvez muita gente.

5. Arlandia- Valeu a pena ser Single e é sim, uma das minha favoritas. Foi uma música que até então eu nunca tinha visto vídeo nenhum, eu descobri ela aleatoriamente e foi amor de primeira e ainda é. Aconselho a ouvirem. Não tem taaaaantos efeitos como a anterior. Eu quero música de verdade, por favor (por mais que esta ainda tenha lá seus...efeitos, não achei outra melhor palavra). Pra ouvir e cantar, e sim, é uma baladinha.

6. These Days- É algo que eu não esperava da banda (porque não é só o vocalista que é a banda). A música é bem diferente de todas as anteriores e essa quebra é bem bacana.

7. Back & Forth- Muito Foo Fighters. Mas coloca pra viajar(no sentido denotativo) que é uma boa. Mesmo assim, não é parecida com a anterior. Ela passa a impressão sombria e muda rapidamente a harmonia musical. Interessante...

8. A Matter Of Time - Não curto muito. É a mesma...droga, desculpe fãs, mas é repetitivo mesmo.

9. Miss The Misery- Olha...é legal, não foge muito do que é da banda, mas eu gostei. Nada mais a falar. Soa meio melancólica...

10. I Should Have Known- Tão diferente quanto These Days, tão melancólica quanto Miss The Misery. Te juro que eu gostei dela, me soa mais ''natural'' deles...acho que deveriam fazer mais músicas assim e deixar de lado White Limo, por exemplo. Na real, amei.

11. Walk- tinha que ser single como Arlandia. Tem um vídeo hilário, genial...haha! Sei que pode não fugir muito das expectativas do Foo Fighters, mas essa música é demais, talvez tu te canse de ouvir...mas não se cansa de ver o clipe.


Bem, tá aí o álbum. Se vale a pena comprar ou baixar? Olha meu, não te surpreenda tanto assim (claro, tirando fãs)...Mas por algumas músicas vale a pena. Algumas...

Mas, pera...não acabou!

12. Better Off- Não é boa.

13. Um remix de Rope? Vai tomar no *********. Só por isso, não vale a pena comprar. Ah meu, pra quê ?!

Mais os bônus... que por isso, até vale comprar ou sei lá. Se quer conhecer melhor Foo Fighters, inicie com o Greatest Hits de 2009, só pra ir digerindo. O Echoes, Silence, Patience & Grace é muito melhor que o Wasting Light. E todas as anteriores são melhorzinhas. :)

Tirei duas conclusões:
1. O Leão tava certo quando me disse que era muita pagação de pau pra pouca música. Foo Fighters é bom, mas criam muita imagem, principalmente em cima do Dave (talvez porque ele era do Nirvana, outra banda boa...mas não tão boa quanto falam). Então, é bom. Mas foge totalmente do muito bom.
2. Banda, por favor, voltem a ser como eram. Essa coisa eletrônica, inovadora não me soa bem. Eu quero mais rock no próximo álbum. Ass.: Pedido de uma fiel ouvinte.









segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Recuperações

            Olha galera sei que tenho estado de fora por um tempo, e não e por falta de insistência do Arthur e nem por nenhum outro motivo e por, isso mesmo acreditem se quiser preguiça. Quero agradecer ao Arthur por ter feito o post do aniversario do meu guitarrista favorito Sir Jimmy Page.
Neste post lembrarei alguns aniversários que julgo importantes. Como o de Malcolm Mitchell Young ou apenas Malcolm Young, Dave Grohl, Taylor Hawkins e Syd Barrett. Também vou comentar o vigésimo quarto aniversario do álbum Blow Up Your Video. Entenderam porque o nome do post e “Recuperações”. Mas a maior recuperação sou eu já que agora teremos mais posts.

                              Parabéns ao Ilustríssimo

            Ai! Ai! Há quanto tempo não escrevo um desses, bom vamos começar com um dos irmãos criadores
dessa que e a maior banda de Rock viva, a banda australiana com menos integrantes australianos em sua maior parte do tempo. Todos devem ter sacado que falo de Malcolm Young do AC/DC.
            Malcolm Young nascido em Glasgow, Escócia em 6 de Janeiro de 1953 é um guitarrista escocês, membro fundador da banda de rock australiana AC/DC, junto com seu irmão mais novo Angus Young. É o compositor de todas as músicas do grupo, juntamente com seu irmão e Bon Scott que mais tarde foi substituído por Brian Johnson. É bastante conhecido pelos riffs que criou como o de Back in Black. Foi nomeado ao Rock and Roll Hall of Fame em 2003 com os outros membros do AC/DC. Ele está com a banda desde sua fundação em 1973 apesar de uma breve ausência em 1988. Malcolm é o líder da banda e quem faz as decisões principais.

                                                       Discografia

            Bem não foi muito difícil fazer a discografia dele afinal ele só fez álbuns com o AC/DC, mas está ai.
•    1975: High Voltage (versão australiana)
•    1975: T.N.T.
•    1976: High Voltage (versão internacional)
•    1976: Dirty Deeds Done Dirt Cheap (versão australiana)
•    1976: Dirty Deeds Done Dirt Cheap (versão internacional)
•    1977: Let There Be Rock (versão australiana)
•    1977: Let There Be Rock (versão internacional)
•    1978: Powerage
•    1979: Highway to Hell
•    1980: Back In Black
•    1981: For Those About to Rock We Salute You
•    1983: Flick of the Switch
•    1985: Fly on the Wall
•    1986: Who Made Who
•    1988: Blow Up Your Video
•    1990: The Razors Edge
•    1995: Ballbreaker
•    2000: Stiff Upper Lip
•    2008: Black Ice 

                              Blow Up Your Video 24 anos

            Sem perder foco continuemos falando sobre AC/DC desta vez sobre um dos piores álbuns da banda Blow Up Your Video de 1988. Mas que de um modo instigante possui uma das melhores musicas da banda em minha opinião. Mesmo assim e um disco fraco vale a pena ouvir as 3 primeiras musicas  sendo a segunda a melhor. As musicas do disco são as seguintes.
1.    "Heatseeker"
2.    "That's The Way I Wanna Rock 'n' Roll"
3.    "Meanstreak"
4.    "Go Zone"
5.    "Kissin' Dynamite"
6.    "Nick of Time"
7.    "Some Sin for Nuthin"
8.    "Ruff Stuff"
9.    "Two's Up"
10.  "This Means War" 

                                        Foo Fighters
            Voltando aos aniversariantes vamos para o fundador e o baterista do Foo Fighters. Dave Grohl  faz seus 43 anos como um dos músicos mais bem sucedidos do mundo. Ex-baterista do Nirvana fundou o Foo Fighters logo após o seu termino. Se quiser saber mais sobre o Foo Fighters foi lançado um documentário muito bom com o nome Back and Forth. Mas outro aniversariante do Foo Fighters e o Taylor Hawkins, que já foi baterista da Alanis Morissette, que faz 40 anos.

                                                       Discografia

            Galera vou coloca só a discografia do Foo Fighters ok.

•    1995 - Foo Fighters
•    1997 - The Colour and the Shape
•    1999 - There Is Nothing Left to Lose
•    2002 - One by One
•    2005 - In Your Honor
•    2007 - Echoes, Silence, Patience and Grace
•    2011 - Wasting Light


                                        Syd Barrett



            Agora o ultimo aniversariante o ex-membro da maior banda de progressivo que faria 66 anos. Syd Barrett nascido em Cambridge em 6 de Janeiro de 1946. Morreu em 7 de Julho de 2006 foi um cantor, escritor, guitarrista e pintor inglês, mais lembrado como um dos fundadores do Pink Floyd. Vieram de Barrett as principais ideias musicais e estilísticas daquela que, então, era uma banda de rock psicodélico, assim como o nome do grupo. Todavia, especulações sobre sua deterioração mental, agravada pelo exagerado uso de drogas, levaram à sua saída da banda, em 1968.
Além de ser um dos pioneiros do rock psicodélico, com as suas expressivas linhas de guitarra e composições imaginativas, Barrett também foi um dos pioneiros do space rock e do folk psicodélico. Esteve ativo enquanto músico por apenas sete anos, gravando, com o Pink Floyd, quatro singles, dois álbuns e diversas músicas não lançadas; como artista solo, lançou um single e três álbuns, até entrar em reclusão, que durou mais de trinta anos.
            Em sua vida pós-música, ele continuou pintando e se dedicou à jardinagem. Nunca mais voltou à público. Barrett morreu em 2006, por complicações vindas de Diabetes. Diversas biografias foram escritas sobre ele desde os anos 80, e o Pink Floyd escreveu e gravou inúmeros tributos a ele após sua saída do grupo, sendo o mais conhecido deles o álbum Wish You Were Here, de 1975.Em 1996, ele foi induzido ao Hall da Fama do Rock and Roll, como membro do Pink Floyd.

                                                       Discografia

Singles com o Pink Floyd
•    1967: "Arnold Layne" / "Candy and a Currant Bun" (#20 Reino Unido)
•    1967: "See Emily Play" / "The Scarecrow" (#6 Reino Unido, #134 EUA)
•    1967: "Apples and Oranges" / "Paint Box" (Rick Wright)
Álbuns com o Pink Floyd
•    The Piper at the Gates of Dawn (5 de Agosto de 1967) #6 Reino Unido, #131 EUA
•    A Saucerful of Secrets (29 de Junho 1968) #9 Reino Unido
•    London 1966/1967 2005
Compilações com o Pink Floyd (contendo o seu trabalho)
•    Relics (14 de Maio de 1971) #34 Reino Unido, #152 EUA
•    A Nice Pair (1974)
•    Masters of Rock (1974, Europa) (também conhecido como The Best of the Pink Floyd)
•    Works (1983)
•    Shine On (1992 caixa)
•    Echoes: The Best of Pink Floyd (5 Novembro de 2001) #2 Reino Unido, #2 EUA
•    Oh, by the Way (2007 caixa)
Álbuns a solo
•    "The Madcap Laughs" (3 de Janeiro de 1970)
•    Barrett (1970)
Singles a solo
•    "Octopus"/"Golden Hair" (15 de Novembro de 1969)
Outros
•    The Peel Sessions (1988, com material gravado no programa de John Peel, em 1970)
•    Opel (1988, com material inédito gravado nos estúdios da EMI, em 1970)
•    The best of Syd Barrett - Wouldn't you miss me? (2001, compilação)
•    An Introduction to Syd Barrett (Outubro 2010): Uma coleção de musicas de Pink Floyd escritas por Barrett e de trabalho a solo.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2011 acabou. E agora, o que esperar para 2012? (Parte 1)

Bom, em 2011 tivemos alguns ótimos discos. I'm With You, do Red Hot Chili Peppers, não foi o que eu, particularmente, esperava da banda. Achei que o guitarrista novo, o Josh Klinghoffer, é meio escondido atrás do baixo do Flea. Apesar disso, tivemos alguns hits como Monarchy Of Roses e The Adventures Of Rain Dance Maggie, além de boas músicas menos conhecidas, como Brendan's Death Song.
Além do I'm With You, outro disco que me agradou bastante, e esse foi um dos melhores do ano mesmo, foi o Wasting Light, do Foo Fighters. Tive com o CD na mão umas 2 vezes, pra comprar, mas ainda estava meio caro, então o melhor é dar um tempo pra esperar baixar o preço, daí dá pra comprar por um preço mais acessível o disco original. Foi o que eu fiz com o Stadium Arcadium (Duplo - R$ 20,00, valeu cada centavo) e o Black Ice, do AC/DC (R$ 14,00).
Quanto aos shows, tivemos alguns showzaços esse ano. Logo no começo, U2 trouxe a sua 360º Tour, uma superprodução maior até que a Zoo TV Tour, do próprio U2, para duas noites em São Paulo. Para se ter uma pequena noção do tamanho da turnê, foi a mais lucrativa do 2011 (acho que de 2010 também, o U2 vem mantendo esse costume), e as bandas de abertura variavam entre Snow Patrol, The Black Eyed Peas, Lenny Kravitz, Muse e outras bandas menos conhecidas.
Sir Paul McCartney também deu as caras no Brasil ano passado, de novo. Se em 2010 Rio de Janeiro não foi destino da turnê do ex-Beatle, em 2011 ele fez duas noites apenas no Rio e só.
Outra banda que foi muito falada na sua passagem pelo Brasil em 2011 foi o Pearl Jam, na Pearl Jam Twenty Tour, que celebra os 20 anos da banda.
Red Hot fez a galera pirar no RIR
Deep Purple, mais uma vez, passou pelo Brasil, dessa vez tocando em pontos não tão visados pelos artistas, como o nordeste, assim saindo um pouco do mesmo de sempre: SP-RJ-MG-RS-PR.
O último, ou os últimos shows que eu destaco, são do Red Hot Chili Peppers. Trouxeram pro Brasil sua turnê do I'm With You, sacudindo a galera com uma apresentação na Arena Anhembi, em São Paulo, e outra no Rock In Rio.
Além disso, tivemos alguns "fantasmas" de antigas bandas nos "assombrando" esse ano. Como sempre Brian May e Roger Taylor tentando reviver o Queen, com o relançamento do catálogo e o Queen Extravaganza, uma banda cover do Queen formada pelo próprio Taylor. O Pink Floyd também deu uma revirada no túmulo, com o lançamento do A Foot In The Door, uma nova coletânea, e o projeto Why Pink Floyd?, o qual eu já falei numa outra postagem.

Então é isso galera, na próxima postagem vou falar sobre o que eu espero pra 2012. Valeu!