E continua. Sim, aproveitem porque é coisa rara eu nao falhar uma serie (tudo bem que esse é recém o segunda).
Paranoid - 1970
War Pigs - Musica sensacional das clássicas minha favorita. Tem aquele jeito Sabbath de ser (olha quem apareceu de novo) com a exceção de Ozzy não cantar no ritmo da musica. Vou aproveitar agora para dizer uma coisa: Cara como eu odeio quando o Iommi bota dois solos um encima do outro eu acho muito ruim tu nao sabe no que presta atenção. Mas ta, é bom lembrar que a partir do Paranoid começam as musicas protesto ou critica e War Pigs e uma delas que critica aos "Porcos de Guerra" (Só pra não dizerem que eu não falei): Lideres Americanos e Soviéticos que incentivavam a guerra entre países menores (cultura a gente vê por aqui).
Paranoid - Como já falei não curto muito a musica então vou me limitar a dizer que é um dos maiores clássicos do Sabbath. De criação bem simplória não é grande coisa (para mim).
Planet Caravan - Primeira grande viagem do Iommi é bem boa. Longe de ser tocada em um show ou de ser ouvida todo dia mas, tu podes botar na playlist da soneca junto com o Floyd e o Zappa. Também é a primeira vez que tu ouve o Iommi no piano.
Iron Man - O que dizer clássico absoluto? Acho que não todo mundo conhece o riff mas sinceramente são poucas as pessoas que ouviram ela inteira (a mesma coisa acontece com Smoke on the Water). Mas a musica é sensacional apesar de apresentar os dois defeitos crônicos do Sabbath. De se ouvir todo dia (ate enche o saco) pois A musica tem um clima bem interessante e solos e riffs maravilhosos.
Eletric Funeral - Essa musica é muito sensacional. Uma critica aos estudos nucleares, a musica tem esse wah-wah muito bem usado pelo Iommi e fica épica la pelos 2:20 quando da uma embalada.
Hand of Doom - Critica aos Americanos pela invasão ao Vietnã. A musica e quase uma Rapsódia (eu não sei se pode ser considerada) pois tem duas partes bem distintas entre si. Uma bem calma levada pelo baixo de Butler e a outra, bem mais fraca que a primeira, levada pela guitarra de Iommi.
Rat Salad - Primeira musica realmente instrumental do Sabbath. É maravilhosa o Iommi da uma largada dos power chords (sim porque nesse álbum mais nenhuma musica se salva do peso da mão do Iommi) e faz um riff sensacional com um solo melhor ainda, este acaba por desembocar num solo de bateria maravilhoso (claro não é um Bonham da vida mas serve).
Fairies Wear Boots - Melhor musica do álbum se bem visto. A comparo com Sleeping Village pela enorme troca de riffs e tempo da musica. A musica conta a historia de quando o Sabbath foi agredido por Skinheads na Alemanha em 1969 quando ainda se chamavam Earth. Yeahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh (entendedores entenderão)
Bom era isso. Amanha não vou ter como postar mas sábado e domingo tem dose dupla. E sábado é o Master of Reality, meu álbum favorito.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Especial Black Sabbath - #1
Pois é sete dias pro show do Black Sabbath. Eu pensando no que escrever pensei: Por que não fazer um review dos discos do Ozzy no Black Sabbath?
E aqui estou, então vai ser algo rápido (sqn) porque o tempo é escasso.
Black Sabbath - 1970
Black Sabbath - Certo uma das melhores musicas, clássico absoluto não só do Black Sabbath como do Rock. De resto todo mundo sabe musica com aquele clima de terror bem característico do Black Sabbath. Essa musica é tão Black Sabbath que se tivesse que definir o Black em uma musica seria esta.
The Wizard - Foge um pouco ao estilo do Black Sabbath tem uma pegada mais blues com o Ozzy fazendo uns riffs na gaita.
Behind the Wall of Sleep - Eu sei que e meio chato isso que eu vou falar (e acreditem isso vai se repetir bastante) mas, esse é o grande problema da era Ozzy no Sabbath. Segue o estilo Sabbath de ser riffizinho com Ozzy cantando no ritmo do riff. O que e acho e que ela foi ou mal feita ou uma junção dos riffs que sobraram (muito mais provável já que, o começo possui até um nome especifico "Wasp") , porque não e bem feita a ligação entre as partes da musica e nunca soa muito bem as trocas de riffs. No final tem um solo de baixo que eu juro tem gente que acha que desta musica. Tanto que certos videos que tu acha contém esta parte mas, não pessoal o solo é de N.I.B. e se chama Bassically. Tu sabe disso pelo tom do solo que por acaso vejam, é o mesmo de N.I.B.
N.I.B - A musica valeria só pelo solo do Butler mas, como se não bastasse o solo o Iommi fez um riff sensacional. Pena que a musica apresenta os dois defeitos (para alguns o defeito é o motivo de gostar da musica) crônicos do Black Sabbath, um deles que eu esqueci de citar: A frequente citação do demônio e o Ozzy cantando no ritmo da musica. Não que isso seja um problema mas acaba limitando.
Sleeping Village - Ordem errada trouxa. Não espera depois eu digo o motivo da troca de ordem. Pra mim um dos trabalhos mais geniais do primeiro álbum. Tem varias trocas de riffs sem ter aquele destoamento existente em "Behind the Wall of Sleep". Mas sério genial começa com o Iommi no violão (sendo esta parte chamada de "A Bit of Finger") dando aquele susto na gurizada que não curte o violão do Sabbath (tenho que dizer que algumas viagens do Iommi no violão eu passo) mas, logo depois o clima já muda e já se torna algo bem leve e animado para os padrões Sabbath. E dai pra frente só ouvindo a musica para entender o que digo com genial. Tenho que admitir que um dos motivos de gostar tanto dessa musica é a ausência do Ozzy durante a parte mais pesada da musica.
Obs.: Prefiro muito mais o Ozzy no Sabbath, acho que o Dio combina muito mais com o Rainbow.
Wicked World - Essa musica é sensacional nunca imaginei o Iommi criando uma musica dessas, pelo menos o começo depois acaba virando o velho Sabbath que nos gostamos. Com uma viagenzinha do Iommi no meio que desemboca num solo fantástico. Mesmo com isso tudo a musica e curta tem menos de 5 minutos.
Obs.: Presente apenas na versão Americana
Agora vamos aos covers. (Sacaram a mudança da ordem)
Evil Woman - Como toda boa banda em seu começo de carreira o Sabbath fez seus covers. Ambas melhores que suas originais. Evil Woman é um cover de mesmo nome da banda Crow. Minha musica favorita do álbum. Achei sensacional o Sabbath ter deixado a parte de sopro da musica original, a distorção ajudou muito dando a musica o exato peso necessário e o Ozzy fez o que certo canto bem direitinho, é até engraçado pensar no Ozzy se matando pra da aqueles agudos no meio da musica.
Obs.: Presente apenas na versão europeia
Warning - Cover de mesmo nome do Aynsley Dunbar Retaliation isso é uma pessoa ta não uma banda para ser mais específico é o primeiro baterista do The Jimi Hendrix Experience sim ele é baterista e além de ter tocado com o Hendrix tocou com o Zappa, Bowie e mais uma penca de gente. Enfim, o Sabbath de novo acertou. Botou mais peso, dobrou o tamanho da musica e tiro um pouco do "Boogie" (se assim posso dizer) da musica. Sendo os solos do Iommi, como de costume geniais.
Comentários
É um disco sensacional briga de perto com os outros como melhor álbum do Sabbath. Para mim e o melhor o Paranoid acaba sendo estragado pela musica titulo que é no minimo fraca.
Curiosidades
E impressionante como o titulo das musicas mudou neste álbum (não muda tanto eu que exagerei). A primeira e tradicional é a Europeia:
E aqui estou, então vai ser algo rápido (sqn) porque o tempo é escasso.
Black Sabbath - 1970
Black Sabbath - Certo uma das melhores musicas, clássico absoluto não só do Black Sabbath como do Rock. De resto todo mundo sabe musica com aquele clima de terror bem característico do Black Sabbath. Essa musica é tão Black Sabbath que se tivesse que definir o Black em uma musica seria esta.
The Wizard - Foge um pouco ao estilo do Black Sabbath tem uma pegada mais blues com o Ozzy fazendo uns riffs na gaita.
Behind the Wall of Sleep - Eu sei que e meio chato isso que eu vou falar (e acreditem isso vai se repetir bastante) mas, esse é o grande problema da era Ozzy no Sabbath. Segue o estilo Sabbath de ser riffizinho com Ozzy cantando no ritmo do riff. O que e acho e que ela foi ou mal feita ou uma junção dos riffs que sobraram (muito mais provável já que, o começo possui até um nome especifico "Wasp") , porque não e bem feita a ligação entre as partes da musica e nunca soa muito bem as trocas de riffs. No final tem um solo de baixo que eu juro tem gente que acha que desta musica. Tanto que certos videos que tu acha contém esta parte mas, não pessoal o solo é de N.I.B. e se chama Bassically. Tu sabe disso pelo tom do solo que por acaso vejam, é o mesmo de N.I.B.
N.I.B - A musica valeria só pelo solo do Butler mas, como se não bastasse o solo o Iommi fez um riff sensacional. Pena que a musica apresenta os dois defeitos (para alguns o defeito é o motivo de gostar da musica) crônicos do Black Sabbath, um deles que eu esqueci de citar: A frequente citação do demônio e o Ozzy cantando no ritmo da musica. Não que isso seja um problema mas acaba limitando.
Sleeping Village - Ordem errada trouxa. Não espera depois eu digo o motivo da troca de ordem. Pra mim um dos trabalhos mais geniais do primeiro álbum. Tem varias trocas de riffs sem ter aquele destoamento existente em "Behind the Wall of Sleep". Mas sério genial começa com o Iommi no violão (sendo esta parte chamada de "A Bit of Finger") dando aquele susto na gurizada que não curte o violão do Sabbath (tenho que dizer que algumas viagens do Iommi no violão eu passo) mas, logo depois o clima já muda e já se torna algo bem leve e animado para os padrões Sabbath. E dai pra frente só ouvindo a musica para entender o que digo com genial. Tenho que admitir que um dos motivos de gostar tanto dessa musica é a ausência do Ozzy durante a parte mais pesada da musica.
Obs.: Prefiro muito mais o Ozzy no Sabbath, acho que o Dio combina muito mais com o Rainbow.
Wicked World - Essa musica é sensacional nunca imaginei o Iommi criando uma musica dessas, pelo menos o começo depois acaba virando o velho Sabbath que nos gostamos. Com uma viagenzinha do Iommi no meio que desemboca num solo fantástico. Mesmo com isso tudo a musica e curta tem menos de 5 minutos.
Obs.: Presente apenas na versão Americana
Agora vamos aos covers. (Sacaram a mudança da ordem)
Evil Woman - Como toda boa banda em seu começo de carreira o Sabbath fez seus covers. Ambas melhores que suas originais. Evil Woman é um cover de mesmo nome da banda Crow. Minha musica favorita do álbum. Achei sensacional o Sabbath ter deixado a parte de sopro da musica original, a distorção ajudou muito dando a musica o exato peso necessário e o Ozzy fez o que certo canto bem direitinho, é até engraçado pensar no Ozzy se matando pra da aqueles agudos no meio da musica.
Obs.: Presente apenas na versão europeia
Warning - Cover de mesmo nome do Aynsley Dunbar Retaliation isso é uma pessoa ta não uma banda para ser mais específico é o primeiro baterista do The Jimi Hendrix Experience sim ele é baterista e além de ter tocado com o Hendrix tocou com o Zappa, Bowie e mais uma penca de gente. Enfim, o Sabbath de novo acertou. Botou mais peso, dobrou o tamanho da musica e tiro um pouco do "Boogie" (se assim posso dizer) da musica. Sendo os solos do Iommi, como de costume geniais.
Comentários
É um disco sensacional briga de perto com os outros como melhor álbum do Sabbath. Para mim e o melhor o Paranoid acaba sendo estragado pela musica titulo que é no minimo fraca.
Curiosidades
E impressionante como o titulo das musicas mudou neste álbum (não muda tanto eu que exagerei). A primeira e tradicional é a Europeia:
Black Sabbath
The Wizard
Behind the
Wall of Sleep
N.I.B.
Evil Woman
Sleeping
Village
Warning
Tem-se também a versão Americana:
Black Sabbath
The Wizard
Wasp / Behind the Wall of Sleep / Bassically / N.I.B.
Wicked World
A Bit of Finger / Sleeping Village / Warning
Obs.:Reparem que na versão americana N.I.B. e Behind the Wall of Sleep são consideradas uma musica, dai a confusão de, a que musica o solo pertence. Vejam também que o mesmo acontece com Sleeping Village e Warning, o porque eu nao sei mas é assim.
O Castle Remaster de 96 é idêntico a versão europeia apenas se é acrescentada Wicked World.
Black Sabbath
The Wizard
Behind the
Wall of Sleep
N.I.B.
Evil Woman
Sleeping
Village
Warning
Wicked World
E o Remaster da Black Box de 2004 é igual a versão Americana se acrescendo Evil Woman.
Black
Sabbath
The Wizard
Wasp /
Behind the Wall of Sleep / Bassically / N.I.B.
Wicked World
A Bit of
Finger / Sleeping Village / Warning
Evil Woman
Bom era isso fico ate mais completo do que eu esperava eu vou tenta continua amanha mas uma coisa eu prometo ate o show do Sabbath sai toda era Ozzy e dai talvez eu continue. Mas era isso valeu, só pedindo ai pra galera curti a pagina do blog no face tudo mais (vota no 13 na enquete) tudo de bom e ate amanha.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Top 5 Nata do Rock: Setembro
Mais um mês se foi e estamos nos aproximando do fim do ano. Esse foi um dos melhores meses do blog, mas não superou agosto. Ficamos nas 1282 visitas, 31 atrás do mês anterior. No final ali tivemos várias postagens que foram bem vistas, mas a preguiça do início do mês, onde tivemos dias com 17 visitas, apenas, não permitiu que fosse novamente o melhor mês desde fevereiro. Nesse mês vamos trabalhar mais duro pra isso.
Confesso que me surpreendi com o Top 5 desse mês. Todas as postagens são de setembro e, inclusive, três delas foram pro blog na última semana do mês e ficaram entre as 5 mais vistas. Nada de Nata do Rock Apresenta ZZ Top (1ª Parte), que sempre tá entre as 5, ou então o aniversário do Elvis e do Jimmy Page, que é a mais vista da história do blog, só sangue novo.
5 - E o Rock In Rio? (Parte 1) - 35 views
A parte 2 tá pra sair, assim como a prometida resenha do Made In Heaven, do Queen. Na primeira parte eu falei da primeira semana do festival que, entre outros nomes, incluiu o The Offspring, o sensacional tributo ao Raul Seixas, George Benson, e Living Colour.
4 - Quinta Underground #16: Red Hot Chili Peppers (1ª Parte) - 37 views
Sim, apesar do RHCP ser tido como banda modinha, eles já tiveram seus dias obscuros. Nessa primeira parte, um período deles foi abordado, onde o guitarrista nem era o Frusciante, mas sim o saudoso Hillel Slovak. Vale uma conferida pra quem não conhece nada dessa fase.
3 - Resenha #6: Rush - Vapor Trails Remixed - 48 views
Caçula desse Top 5, com apenas 3 dias no ar, mas já pegou a medalha de bronze. A verdade é que isso tá dando o que falar... depois de terminar a turnê do último de estúdio, Clockwork Angels, o Rush anunciou que ia remixar o Vapor Trails, um disco bom, mas que sofre de uma compressão muito grande, o que deixou a mixagem um lixo. Já tinha sido notícia no blog, e a resenha saiu 4 dias antes do lançamento, porque o site da Rolling Stone disponibilizou o disco na nova versão, pra uma audição. Quem ainda não ouviu, o link tá na postagem, só conferir.
2 - Black Sabbath em Porto Alegre... e o setlist? - 51 views
CARALHO, SÓ FALTAM OITO DIAS!!! E pensar que eu lembro daquele dia lá atrás, em maio, quando abriu a venda dos ingressos. Fomos eu, o Leão e a Laura, nossa amiga, direto pra fila, garantir o nosso ingresso. E na real, valeu a pena. Agora estamos a oito dias de ver três MITOS do rock. E o que eles vão tocar aqui em Porto? Bom, provavelmente o que eles tem tocado desde o início da turnê. E tá de bom tamanho. Quem quiser saber, só conferir na postagem.
1 - Utilidade pública pros fãs de RHCP - 70 views
Parece uma postagem simples. E é. xD
Mas eu tô enchendo tanto o saco de vocês, pela página do blog no facebook (que inclusive tá lá em cima, debaixo do título... quem ainda não curtiu, curta lá pra nos ajudar na divulgação do blog), que não tinha como não ser a primeiríssima colocada. E eu ainda acho que foi pouco, porque ainda faltam 503 assinaturas. VAMO LÁ GALERA!!! Quando eu descobri e comecei a bombar a campanha, tava em 800 e lá vai pedrada. Mesmo que tu não curta RHCP, assina lá, vai ajudar bastante quem curte. Se não quer nem assinar, divulga pros amigos. Sempre tem os que curtem e pilham assinar.
Confesso que me surpreendi com o Top 5 desse mês. Todas as postagens são de setembro e, inclusive, três delas foram pro blog na última semana do mês e ficaram entre as 5 mais vistas. Nada de Nata do Rock Apresenta ZZ Top (1ª Parte), que sempre tá entre as 5, ou então o aniversário do Elvis e do Jimmy Page, que é a mais vista da história do blog, só sangue novo.
5 - E o Rock In Rio? (Parte 1) - 35 views
A parte 2 tá pra sair, assim como a prometida resenha do Made In Heaven, do Queen. Na primeira parte eu falei da primeira semana do festival que, entre outros nomes, incluiu o The Offspring, o sensacional tributo ao Raul Seixas, George Benson, e Living Colour.
4 - Quinta Underground #16: Red Hot Chili Peppers (1ª Parte) - 37 views
Sim, apesar do RHCP ser tido como banda modinha, eles já tiveram seus dias obscuros. Nessa primeira parte, um período deles foi abordado, onde o guitarrista nem era o Frusciante, mas sim o saudoso Hillel Slovak. Vale uma conferida pra quem não conhece nada dessa fase.
3 - Resenha #6: Rush - Vapor Trails Remixed - 48 views
Caçula desse Top 5, com apenas 3 dias no ar, mas já pegou a medalha de bronze. A verdade é que isso tá dando o que falar... depois de terminar a turnê do último de estúdio, Clockwork Angels, o Rush anunciou que ia remixar o Vapor Trails, um disco bom, mas que sofre de uma compressão muito grande, o que deixou a mixagem um lixo. Já tinha sido notícia no blog, e a resenha saiu 4 dias antes do lançamento, porque o site da Rolling Stone disponibilizou o disco na nova versão, pra uma audição. Quem ainda não ouviu, o link tá na postagem, só conferir.
2 - Black Sabbath em Porto Alegre... e o setlist? - 51 views
CARALHO, SÓ FALTAM OITO DIAS!!! E pensar que eu lembro daquele dia lá atrás, em maio, quando abriu a venda dos ingressos. Fomos eu, o Leão e a Laura, nossa amiga, direto pra fila, garantir o nosso ingresso. E na real, valeu a pena. Agora estamos a oito dias de ver três MITOS do rock. E o que eles vão tocar aqui em Porto? Bom, provavelmente o que eles tem tocado desde o início da turnê. E tá de bom tamanho. Quem quiser saber, só conferir na postagem.
1 - Utilidade pública pros fãs de RHCP - 70 views
Parece uma postagem simples. E é. xD
Mas eu tô enchendo tanto o saco de vocês, pela página do blog no facebook (que inclusive tá lá em cima, debaixo do título... quem ainda não curtiu, curta lá pra nos ajudar na divulgação do blog), que não tinha como não ser a primeiríssima colocada. E eu ainda acho que foi pouco, porque ainda faltam 503 assinaturas. VAMO LÁ GALERA!!! Quando eu descobri e comecei a bombar a campanha, tava em 800 e lá vai pedrada. Mesmo que tu não curta RHCP, assina lá, vai ajudar bastante quem curte. Se não quer nem assinar, divulga pros amigos. Sempre tem os que curtem e pilham assinar.
domingo, 29 de setembro de 2013
Aleatoriedades de sempre
Eae galera sentiram minha falta? Possivelmente não mas, problema de vocês. Eu to meio sem ideia do que posta e tipo meio sem vontade, então vou dar algumas opiniões sobre que vem rolando neste mundo musical de meu deus.
Primeiramente Rock in Rio, eu deixei passar meio de leve assim mas, como o Lima comentou resolvi expor minha opinião. Assim acho a proposta do Lollapalooza muito melhor que a do Rock in Rio. Só pra deixar bem claro eu sei que meu ideal de Rock in Rio e algo inconcebível, um Rock in Rio onde tivéssemos o reunido Black Sabbath, um Deep Purple, um belíssimo AC/DC, e muito mais. Mas ai você me pergunta porque isso não vai acontecer por vários motivos:
1- Não ha interesse dos empresários e da Globo em chamar uma banda como o Deep Purple quando eles podem chamar o David Gueta que vai dar muito mais publico.
2- As três bandas citadas não tem interesse de participar: O Black Sabbath e o AC/DC por ganharem muito mais com seus shows e o Deep Purple por ....... ta eles participaram mas eles também tocariam na festa do seu filho se você quisesse.
3- Bom não consegui pensar num terceiro motivo mas enfim não ha interesse das duas partes.
Mas então o que fazer com o Rock in Rio. Bom em minha sincera opinião transforma-lo em um Lollapalooza onde se tem presença de bandas undergroud sem abrir mão de algumas atracões maiores não se esqueçam que nele tivemos nomes como:
The Killers (Longe de ser fã)
Cake (Boa banda)
The Black Keys (Uma das melhores de hoje em dia)
Queens of the Stone Age (Não sei se tem feito novo material)
Franz Ferdinand (Acabaram se perdendo)
Pearl Jam (Clássico)
Planet Hemp (Outro clássico)
Se eu não me engano até o Foo Fighters participou
Claro também tivemos algumas coisas que não eram tao Rock mas, não se esqueçam que nunca foi dito que o Lollapalooza era um festival de Rock.
Concordo com a parte das homenagens, maravilhosas só não vamos esquecer que uma hora vão acabar os ídolos pra se homenagear e ai vai ficar meio repetitivo.
Mudando de assunto 10 dias sim 10 dias BLACK SABBATH sim 10 dias me separam de IOMMI, BUTLER e OZZY a emoção é grande mas, aguenta as pontas ai pessoal.
Bom era isso meio confuso como é costume mas eu faco isso quase dormindo então podia ser melhor. Eu não disse perfeito eu disse melhor. Bom pra fecha um show do Deep Purple que eu ouvi enquanto eu escrevia sim acreditem eu levei 1 hora e meia pra escreve isso e o Black Sabbath tocando uma musica fora do seu estilo.
Primeiramente Rock in Rio, eu deixei passar meio de leve assim mas, como o Lima comentou resolvi expor minha opinião. Assim acho a proposta do Lollapalooza muito melhor que a do Rock in Rio. Só pra deixar bem claro eu sei que meu ideal de Rock in Rio e algo inconcebível, um Rock in Rio onde tivéssemos o reunido Black Sabbath, um Deep Purple, um belíssimo AC/DC, e muito mais. Mas ai você me pergunta porque isso não vai acontecer por vários motivos:
1- Não ha interesse dos empresários e da Globo em chamar uma banda como o Deep Purple quando eles podem chamar o David Gueta que vai dar muito mais publico.
2- As três bandas citadas não tem interesse de participar: O Black Sabbath e o AC/DC por ganharem muito mais com seus shows e o Deep Purple por ....... ta eles participaram mas eles também tocariam na festa do seu filho se você quisesse.
3- Bom não consegui pensar num terceiro motivo mas enfim não ha interesse das duas partes.
Mas então o que fazer com o Rock in Rio. Bom em minha sincera opinião transforma-lo em um Lollapalooza onde se tem presença de bandas undergroud sem abrir mão de algumas atracões maiores não se esqueçam que nele tivemos nomes como:
The Killers (Longe de ser fã)
Cake (Boa banda)
The Black Keys (Uma das melhores de hoje em dia)
Queens of the Stone Age (Não sei se tem feito novo material)
Franz Ferdinand (Acabaram se perdendo)
Pearl Jam (Clássico)
Planet Hemp (Outro clássico)
Se eu não me engano até o Foo Fighters participou
Claro também tivemos algumas coisas que não eram tao Rock mas, não se esqueçam que nunca foi dito que o Lollapalooza era um festival de Rock.
Concordo com a parte das homenagens, maravilhosas só não vamos esquecer que uma hora vão acabar os ídolos pra se homenagear e ai vai ficar meio repetitivo.
Mudando de assunto 10 dias sim 10 dias BLACK SABBATH sim 10 dias me separam de IOMMI, BUTLER e OZZY a emoção é grande mas, aguenta as pontas ai pessoal.
Bom era isso meio confuso como é costume mas eu faco isso quase dormindo então podia ser melhor. Eu não disse perfeito eu disse melhor. Bom pra fecha um show do Deep Purple que eu ouvi enquanto eu escrevia sim acreditem eu levei 1 hora e meia pra escreve isso e o Black Sabbath tocando uma musica fora do seu estilo.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Resenha #6: Rush - Vapor Trails Remixed
Confesso que foi uma das notícias que mais me interessou nos últimos meses. Finalmente, depois de 11 longos anos de espera, o disco mais sujo e mal produzido do Rush seria remixado. Nada de picaretagem ou caça níqueis, o Vapor Trails era um disco que precisava disso.
![]() |
| Serigrafia da versão em CD |
Não sei se essa nova versão vai conquistar os detratores do mesmo, que nunca gostaram do Vapor Trails. Eu sempre fui um meio termo, achava que o disco não era tudo isso mesmo, mas tinha ótimas músicas. E um disco pode sim ser pesado e/ou agressivo, mas não precisa ser sujo pra isso. Tem alguns discos por aí que também sofrem de compressão exagerada e pedem umas remixagens, como o Californication, do RHCP, e o Death Magnetic, do Metallica.
Outro fator que provavelmente influenciou na mixagem porca do disco foi o contexto no qual ele foi concebido: depois de cinco anos de hiato do Rush, onde Neil Peart colocou as coisas no lugar depois de duas terríveis perdas na sua vida. O disco mostra esse sofrimento, essa dor, mas a parte da mixagem é desnecessária, bastavam as letras pra se perceber isso.
Quanto às músicas, finalmente percebi o que o guitarrista Alex Lifeson queria dizer. Muitas nuances, muitos detalhes importantes foram perdidos com a mixagem original. E posso perceber isso agora. A bateria de Neil Peart deu uma bela engordada no som, principalmente da caixa, muitas "tracks" escondidas da guitarra de Lifeson puderam aparecer agora, dando outro norte para a música. Tudo agora é mais vivo, é mais coeso. Sugiro que ouçam o disco de fone, inclusive, é uma bela experiência.
Alguns detalhes do Vapor Trails Remixed são importantes e merecem ser destacados: O flanger na batera do Peart, em partes de One Little Victory, além de "mini solos" de Lifeson, no meio da música, os quais eu NUNCA tinha ouvido antes. Ceiling Unlimited com guitarras muito mais, digamos, chamativas, com mais harmonia. Fechando o lado 1 da versão em vinil, Ghost Rider ficou coisa de outro mundo. Forte e pesada como deve ser, mas com linhas vocais de Geddy com alguns ecos que deixaram ela melhor ainda.
Peaceable Kingdom, uma das menos badaladas do disco, inicia o lado 2. Pra mim, sempre soou mais como uma filha de Half The World, com pitadas do Snakes & Arrows, ficou pesada e limpa. A guitarra de Lifeson é que tem o timbre sujo no meio, mas casado com a música. The Stars Look Down nunca me atraiu muito, mas é uma boa música. Os belos arranjos acústicos do refrão sempre ficaram escondidos no meio da sujeira e agora puderam aparecer. A música seguinte, How It Is é basicamente a mesma situação. Bonitos arranjos acústicos que ficaram comprometidos pela mixagem original. Agora estão bem evidentes, e a música também é boa. Nada de se destacar, mas uma boa música sim.
Vapor Trail fecha o primeiro vinil. Sempre foi uma das minhas preferidas do disco. Aquela caixa com som mais agudo, com o tambor mais raso, do Peart - que ele também usa em Virtuality -, merecia um som melhor. Finalmente ele está aí. Além disso dá pra perceber agora uns ecos na voz do Geddy, no começo da música, tão bem nítidos.
Secret Touch, uma das mais badaladas do disco, apesar de eu achar ela cansativa em alguns momentos, mostrou ser mais um exemplo de música pesada e suja sem ser literalmente suja. Só acho que, como disse há pouco, ela é cansativa por ter seis fucking minutos e meio, e, além disso, já ser a oitava música, se encaminhando mais para o final da bolacha.
Earthshine me lembrou de algo que eu já poderia ter falado logo de cara, em One Little Victory. Essas duas músicas foram remixadas já em 2009, pra coletânea Retrospective 1989-2008 (inclusive foi ali que surgiu mais forte essa ideia de remixar o disco todo). Apesar de terem ficado anos-luz melhores do que as originais, esses quatro anos de tecnologia talvez tenham feito diferença. O som tá beeem mais limpo, mais polido. Aliás, alguém aí sabia que em Earthshine tem violão na ponte antes do refrão? Eu não sabia xD
Quando eu falo em poder ouvir melhor as progressões, as nuances do disco, Sweet Miracle se encaixa perfeitamente no que eu digo. Na versão original parece que a banda segura o mesmo acorde durante a estrofe inteira e muda pra um outro no refrão, que também é filho único. Agora no remix eu pude notar o violão no refrão e uma track de guitarra antes de cada início de estrofe que dão o diferencial da música.
Encerrando o disco com o "trio patinho feio" (mas também, let's cut some slack, afinal, já foi quase uma hora de porradaria ininterrupta), temos Nocturne. Não sei se eu ando ouvindo muito The Offspring, mas o começo dela lembra bastante músicas como Americana. É algo mais pesado, mas cru mesmo. Quando entra o vocal, porém, dá uma abrandada. Também é uma boa música, mas nada de destaque.
Acho que uma coisa o remix não vai mudar na minha opinião sobre o Vapor Trails: pra mim o disco devia acabar em Sweet Miracle, no máximo em Nocturne. Não consigo considerar que Freeze e Out Of The Cradle são dignas de estarem num disco do Rush. São muito fraquinhas.
Enfim, acho que é isso. O remix deu um ar de renovação pro disco. Agora sim ele merece uma avaliação decente. Agora ele tem o padrão de qualidade, o capricho e preocupação que o Rush normalmente tem com suas gravações de estúdio. E sim, o Vapor Trails é um bom disco. Talvez até do nível do Snakes & Arrows e com certeza melhor que o bom, mas cansativo Clockwork Angels.
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