segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Mulheres parte 1...

Eu acho ridículo dizerem que no rock(ou mesmo música boa) não há espaço para nós, mulheres. Oras, elas não só sabem fazer isso bem como transmitem a sua beleza, a sua atitude. Veja só:













domingo, 16 de fevereiro de 2014

Os 40 Anos do Burn

          Mudança de planos pessoal não podia deixar passar esse que é um dos melhores discos do Purple e quem não dirá da historia do Rock. Confesso que quando ouvi o Burn pela primeira vez tive certo preconceito e não curti muito o álbum, mas o que o pessoal que não curte tem que se liga que ele tem uma abordagem diferente sendo um disco único que mistura um Hard Rock com elementos clássicos, o Blues, o Funk, e o velho Rock do Purple. (MINHA OPINIÃO) A grande verdade e que eu eu considero a Mk III mais forte que Mk II, pois mesmo com a saída do Gillan temos a entrada do Glenn Hughes que é melhor baixista que e o Glover (Pelo menos na época) e do David Coverdale que junto com o Hughes até que consegue manter o padrão Gillan.

Purple antes da pequena historia.
Blackmore: O cara que manda
na porra toda

          Após as gravações do Who Do We Think We Are e Made In Japan em 1972 o conflito entre os membros da banda (leia-se Blackmore Gillan) era muito grande eis então que no final de 1972 Gillan entrega seu pedido de demissão dando seis meses para a banda pensar no que fazer. O grupo continua a fazer shows. Mas em um show no Japão em 29 de junho de 1973, mesmo dia do aniversário de Paice, Gillan a nunciou que este era seu ultimo show com o Purple.
           Além da perda de Gillan o Purple também teve que arcar com a perda de Glover que passou a se dedicar a Purple Records. Logo após isso o Purple já encontraria seu primeiro substituto Hughes, cantor e baixista do Trapeze. Logo Blackmore e sua trupe tentam contratar Paul Rodgers, que recusa a oferta.
       
David Coverdale
  
Glenn Hughes
       Após a recusa de Rodgers o grupo pensou na possibilidade de continuar com 4 membros, logo recusada pela possibilidade de 2 vocalista. E para fazer uma longa historia curta eles encontram um gordinho de 22 anos chamado David Coverdale, que logo apos tomar alguns remédios para emagrecer junta o resto da banda.
           Então em novembro de 1973 Blackmore, Lord, Paice, Hughes e Coverdale vão a Montreal a gravar o que viria a se tornar um dos melhores discos do Purple.


O Purple após as treta.
Obs.: Olhem a cara do Paice prevendo a merda que o Blackmore ia  fazer. Ele errou o momento mas no fim acertou.

Burn

Uma das capas mais fodas do Purple.

  1. Burn - Bom sem o que falar. Junto com Smoke on the Water e Highway Star faz a grande fama do Deep Purple.
  2. Might Just Take Your Life - Outo grande riff este de autoria do Lord. Acho que a musica é meio vazia em certos momentos, mas aproveita para falar do Paice que tava inspirado nesse álbum.
  3. Lay Down, Stay Down - Apesar do plagio do Blackmore é uma das melhores do álbum. E também a grande prova de como o Purple mudou com a entrada do Hughes.
  4. Sail Away - Tem um belo riff, contudo e meio repetitiva.
  5. You Fool No One -  Pra mim a melhor, tem uma bateria genial, os duetos de Coverdale e Hughes e as paradas também geniais.
  6. What's Goin' On Here - Também genial, desta vez destaco o riff do Blackmore, a tecladeira do Lord simplesmente genial e novamente os duetos.
  7. Mistreated - O Blues do álbum. Essa musica não tem bem um destaque ela própria é o mesmo. Caso tu queira vale a pena ouvia a ao vivo do California Jam porque eu não sei o que eles fizeram, mas a musica ficou bem mais impactante nas trocas de seções.
  8. A 200 -   É impressionante como o filho da mãe do Blackmore é bom porque essa musica é uma viagem só mas mesmo que eu não esteja afim eu escuto os primeiros 30 segundos dela só pelo solinho que ele faz.
  9. Coronarias Redig - Essa é bônus da edição de 30 anos. É um instrumental estilo Still I'm Sad (Rainbow), com o Blackmore fazendo a voz com faixas de guitarras. A faixa foi uma B-side de Might Just Take Your Life. Dica não ouçam a versão remasterizada eles botaram um delay no começo que estragou toda a musica.



        Bom era isso, eu sei que ta um dia atrasada mas eu preferi fazer algo decente atrasado do que só um lembrete. Dizer que eu toquei o foda-se e o No Fim o Que Importa é o Talento passou de sábado pro dia que eu estiver afim de fazer. Então That's All Folks votem no 13 na enquete curtam a pagina do blog no facebook e se der certo quarta tem postagem.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Plágio ou coincidência? (3ª Parte)

Bom, nem eu mesmo imaginava que essa "série" teria uma terceira parte, porque isso não fazia parte dos meus planos. Simplesmente tava ouvindo umas das duas músicas envolvidas e me lembrei da outra.

Pra começar, uma explicação (até mesmo porque essa banda nunca apareceu por aqui antes, mas a partir de agora, talvez apareça algumas vezes). O Duran Duran é uma banda inglesa, formada em 1978, e que ficou famosa nos anos 80 como "fab five": Simon Le Bon no vocal, Nick Rhodes no teclado, John Taylor no baixo, Andy Taylor na guitarra e Roger Taylor (não, não é o do Queen, é um outro Roger Taylor) na bateria.
O som deles é bem legal, apesar de ser muito anos 80, todo aquele New Wave, dos teclados e tal, tem guitarra e - pasmem - tem solos. Seu terceiro disco, Seven and the Ragged Tiger, tem uma das músicas mais conhecidas da banda: Union of the Snake. Com uma mistura bem feita de teclados e guitarra, bem funkeada, por sinal, a música tem o estilo característico da banda. Acontece que no solo, de saxofone, a música fica muito parecida com um hit do David Bowie, lançado alguns meses antes: Let's Dance.

Tá tudo ali, naquele solo. Uma track com percussão, além da bateria, o sax, poucas guitarras, a velocidade das duas músicas são semelhantes. Arrisque uns versos de "Let's Dance" durante o solo de Union of the Snake e perceba como fecha direitinho. E eu tava ouvindo ela esses dias e me dei conta disso. Acredito que não seja plágio (mesmo que a música de Bowie tenha sido lançada em Abril e o disco do Duran Duran em Novembro), mas sim estilos parecidos. Bom, talvez seja só viagem da minha cabeça, mas confiram abaixo.

Tio Bowie tá vendo essa zoera do Duran Duran xD



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Black Sabbath - Dehumanizer

          Bom essa postagem é mais uma desculpa por ontem, serio eu esqueci completamente. E como o quadro é Quinta Underground não pode ser na sexta, então eu trago esse puta disco do Sabbath (pra mim um dos melhores), o Dehumanizer que é o primeiro disco de Heavy Metal do Sabbath que eu gosto. Claro que isso implica em algumas coisas como: Sabbath com o Ozzy não é Metal, e em minha opinião tanto o Heaven and Hell quanto o Mob Rules não são discos de Metal claro tem seus momentos mas não são completamente pesados. Então vamos lá:

A formação é o Heaven and Hell mais o Geoff Nicholls, nos teclados.
Mas ele não faz nada de excepcional



  1. Computer God - Acho que não tinha como começar o álbum melhor. A batera do Appice é muito bem feita, tem aquele toque de Metal sem deixar de ter um swing. O Iommi mudou a abordagem na guitarra deixando a mão pesa cada vez mais nos álbuns e isso vem desde o primeiro álbum deles que tinha uma abordagem mais jazzy (com exceções durante os álbuns, exemplo: Black Sabbath, que é uma das musicas mais pesadas do Sabbath e ta no primeiro álbum.), Sem deixar morrer aquela coisa mais leve que ele sempre fez e ainda faz em musicas como Zeitgeist, Planet Caravan e etc. O baixo ta como sempre, genial, principalmente nessa musica que o Butler faz um feel que pelamordedeu.Quanto ao Dio fico feliz de ele não ter feito musicas com a palavra arco-iris mas o vocal continua excepcional.
  2. After All (The Dead) - Mantem a mesma abordagem da anterior. Destaque pro refrão que é simplesmente genial.
  3. TV Crimes - Parecida tem uma bateria mais reta (leia-se mais Heavy Metal). Agora serio eu tirei sarro com o Dio, mas a parceria Butler-Dio nas letras deu certo, as letras pegaram a parte boa de cada um deles: As viagens do Dio e as criticas do Butler.
  4. Letters From Earth - Ta as musicas são bem parecidas eu só to enchendo linguiça. Mas o Pré-Refrão e o Refrão são novamentes geniais.
  5. Master of Insanity - Ta essa eu tenho que comenta que quando eu ouvi o primeiro riff eu falei: "A para isso não é Sabbath". Agora tirando esse fato que puta musica é essa tem uns cinco riffs na musica um diferente do outro. Não vou dizer que é a melhor musica do álbum, mas com certeza é a mais distinta.
  6. Time Machine - É bem parecida com o TV Crimes tem o mesmo estilo de batera e tudo mais.
  7. Sins of The Father - É a mais leve do álbum começa com um riff bem rock
  8. Too Late - Nossa que musica genial. Começa com o Iommi na violão e ele faz uma troca de acorde genial e o refrão também é muito bom.
  9. I - é um Heavy Metal agitado é a mais fraca também.
  10. Buried Alive - Outro riff que eu jamais pensei que o Iommi fosse faze. É boa, mas não tem nada de genial nela.



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Postagem direto da praia

A internet daqui está péssima e não está carregando o vídeo que eu quero...Mas na próxima o Blur vai dar as caras!!!
Por enquanto...deixo-lhes alguns vídeos de músicas que eu ouço muito ultimamente. Espero voltar a escrever mais na minha volta, que será amanhã. Estou recheada de ideias novas e a internet será melhor. Abraços!






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