segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

LAZEEEEEEEY!!!! JUST STAY IN BED

É galera, só não digo que essa parte da letra de uma das músicas mais míticas do Deep Purple resume minha vida porque eu saio da cama pelo menos xD mas ando extremamente preguiçoso com o blog mesmo, só que isso vai mudar.
Pra quem quiser saber (que é quem tá tendo saco pra ler essa postagem ou tá aqui só pela música no final), vou criar dois temáticos novos, um sobre épicos (pra quem não sabe, músicas de longa duração, progressivas em geral, e outras mais), e o outro sobre outros gêneros que eu curto além do rock pois, como eu disse lá na primeira postagem da história do Nata, "a ideia aqui não é tomar o lugar de ninguém, mas sim enriquecer seu conhecimento musical". 
Além disso, o Quinta Underground vai voltar... sim, depois de um ano parado resolvi voltar do ponto onde parei: a terceira parte da discografia do Led Zeppelin.

Então é isso, pessoal, esperem por novidades nos próximos dias. 



domingo, 2 de dezembro de 2012

15 anos sem Michael Hutchence

Novembro é um mês bem maldito. Além de Freddie Mercury e Eric Carr (que eu postei semana passada), ainda temos o lendário George Harrison e Michael Hutchence como mortes importantes do rock. Apesar da importância de George pro mundo da música, a morte que completou 15 anos no último dia 22 foi a de Hutchence, então é pra ele essa postagem.

Nascido em 22 de Janeiro de 1960, em Sydney, Michael Kelland John Hutchence sempre se mostrou um garoto talentoso. Enquanto a família morou em Hong Kong, a negócios, Michael se mostrou um ótimo nadador, porém teve uma séria fratura em seu braço, o que o afastou das piscinas. Depois disso, se interessou pela poesia e cantou sua primeira música em um comercial de uma loja de brinquedos local.
Em 1972, Michael e sua família voltaram para Sydney. Nessa época, quando entrou na Killarney Heights High School, que conheceu Andrew Farriss e os dois se tornaram grandes amigos. Mais ou menos pela época que ensaiavam na garagem de Andrew, com seus dois irmãos Tim (o mais velho) e Jon (o caçula), Andrew o convenceu a entrar na Doctor Dolphin, sua banda, composta por mais dois colegas, além do baterista e de Gary Beers, baixista que mais tarde entraria também no INXS.
Quando os pais de Hutchence se separaram, ele foi, junto com sua mãe, viver com sua meio-irmã na Califórnia.
Em 1977, porém, Michael e sua mãe voltaram para Sydney. Seu amigo Andrew Farriss agora estava com uma banda nova: Nela tocavam ele e seus irmãos, por isso era conhecida como The Farriss Brothers. Andrew trouxe Michael para cantar, Gary para o baixo e Tim trouxe um amigo de sua antiga banda, Kirk Pengilly, para tocar saxofone e guitarra. Estava formado o INXS, que ainda se chamaria The Farriss Brothers por alguns meses.
O primeiro show com o nome INXS foi em 1 de Setembro de 1979. Em Maio de 1980 a banda lançou seu primeiro single, "Simple Simon/We Are The Vegetables" , e logo depois seu disco de estreia, INXS, em Outubro. O destaque desse disco completamente new wave (o que ainda seria muito predominante no som do INXS até o Listen Like Thieves) é Just Keep Walking.
Logo depois veio Underneath The Colours. Apesar de conter uma música de protesto e uma balada, o que se destacou mesmo foi mais um tema new wave: Stay Young.
Já com Shabooh Shoobah a coisa foi um pouco diferente. O INXS ganhou algum destaque com singles como The One Thing, To Look At You e, principalmente Don't Change, que seria tocada na maioria dos shows que viriam, até 1997.
Apesar de tudo, o sucesso mundial viria com The Swing e Listen Like Thieves. Enquanto o primeiro teve dois singles que fizeram enorme sucesso, Original Sin e I Send A Message, o segundo, com uma pegada bem mais surf music, levou o nome do INXS para os EUA, uma fábrica de sucessos: Listen Like Thieves, Kiss The Dirt (Falling Down The Mountain), Shine Like It Does, This Time e What You Need, maior sucesso até então.
Mesmo assim, era pouco pro INXS. Eles queriam mais. Como Kirk Pengilly disse, "queríamos um disco que todas as músicas pudessem ser singles". Assim nasceu Kick, melhor e maior disco da história do INXS e assim começava o auge da banda. New Sensation, Need You Tonight, Mediate, Never Tear Us Apart, Guns In The Sky, Devil Inside, Wild Life, Mystify, Kick... não tem música ruim nesse disco. Não é à toa que, depois de ser lançado, sempre foi o mais tocado nas turnês, mesmo sem ser o disco que a turnê promovia.
O X, disco seguinte, seguiu mais ou menos essa linha. Muitos singles, sucessos como Suicide Blonde, Disappear, Bitter Tears, Hear That Sound, By My Side e The Stairs e, aí sim, o auge do auge do INXS: o simplesmente ÉPICO Live Baby Live, de 13 de Julho de 1991. 5 anos depois de abrir um show para o Queen no mesmo estádio (e sair de lá sem agradar muito os fãs do Queen), o INXS voltava lá para sacudir o estádio lotado com seus sucessos. É impressionante toda a galera pulando que nem louco em New Sensation, Original Sin, Suicide Blonde e outras mais. Vale a pena assistir.
Como todo auge tem um declínio, o do INXS começou com o erro de não ter feito uma turnê para promover o Welcome To Wherever You Are, disco seguinte. O disco fez bastante sucesso, tem músicas clássicas como Beautiful Girl, Not Enough Time, Heaven Sent e Taste It, mas só foi tocado ao vivo quando o disco seguinte, Full Moon, Dirty Hearts, já estava pronto, apesar de não lançado. Mesmo assim, no setlist predominavam as músicas do Full Moon.
Como a turnê do Full Moon mesmo tinha praticamente o mesmo setlist, não fez muito sucesso, assim como o disco, que tem só 3 destaques de verdade (pouco pros fãs acostumados com o INXS do sucesso): as pesadas The Gift e Time, e a funky Please (You Got That...), que conta com Ray Charles num belo dueto.
Vendo isso, Michael já não queria mais estar na banda, preferia ter sua carreira solo. Contra sua vontade, gravou o fraco Elegantly Wasted e saiu em turnê com a banda novamente. Elegantly era praticamente o fundo do poço. Desde The Swing, lançado 13 anos antes, quando a banda ainda tentava firmar seu nome, um disco não tinha tão poucos sucessos, apenas a faixa título e Don't Lose Your Head. Ao vivo a banda também já não era a mesma coisa, dava para ver que Michael não tinha a mesma vontade.
Essa "depressão" estourou na madrugada de 21 para 22 de novembro de 1997. As últimas pessoas que viram Michael vivo foram sua antiga namorada Kym Wilson e Andrew Reyment, seu namorado na época, às 4:50 da madrugada. Michael, a essa hora, estava esperando um telefonema de sua namorada Paula Yates, para saber quando ela traria sua filha Tiger para vê-lo. Sua segunda saída foi para ligar para Martha Troup, sua empresária. Suas palavras foram "Marth, Michael aqui. Já tive o suficiente dessa merda". Quando ela retornou a ligação, não teve resposta.
Às 9:54 Michael falou com sua antiga namorada Michele Bennett, que disse que ele estava chorando, parecendo triste e que ele precisava ver ela. Às 10:40 ela chegou em seu quarto de hotel e bateu na porta, mas ninguém atendeu. Apenas as 11:50 que seu corpo foi descoberto. Michael morreu enforcado, em frente à porta do hotel, ajoelhado. Alguns falam em suicídio, mas a hipótese mais aceita até hoje é asfixiofilia, uma morte por enforcamento acidental. Esse enforcamento é causado propositalmente para intensificar o orgasmo devido à falta de oxigenação do cérebro. Uma morte estúpida, sem dúvidas, mas se vai o mito e fica a música. Postumamente ainda foi lançado seu único disco solo, Michael Hutchence, o qual Bono Vox contribuiu, finalizando os vocais de uma faixa.






Então é isso, rock in peace Michael.

sábado, 24 de novembro de 2012

21 anos sem Eric Carr

Eu resolvi fazer uma coisa diferente hoje... como sempre, no dia 24, praticamente todo mundo só lembra, ou  lembra primeiro, da morte do Freddie Mercury (que eu já postei no blog ano passado), esse ano eu decidi que ia postar sobre a morte do outro músico famoso que nos deixou no mesmo dia: Eric Carr.

Paul Charles Caravello nasceu no Brooklin, Nova York, em 12 de Junho de 1950, e viveu sua infância lá. Influenciado por músicos como Ringo Starr e John Bonham, além de sua família de músicos (avó trombonista, pai trompetista, mãe pianista e cantora, e irmãs guitarristas), acabou entrando também no mundo da música, escolhendo a bateria como instrumento.
Após uma carreira amadora, passando por diversas bandas pequenas, fez uma audição para o Kiss, que havia recém demitido seu baterista, Peter Criss. Entre mais ou menos 2000 canditatos, foi ele quem impressionou Gene Simmons, Paul Stanley e Ace Frehley. Ali, passou de Paul Caravello a Eric Carr ou, se preferirem, "The Fox", sua maquiagem na banda (sua primeira tentativa foi uma águia, tentativa essa que fracassou).
Eric sempre foi meio que injustiçado no Kiss, justamente por ter sido o baterista mais talentoso que já passou pela banda, mas no momento que a banda estava mais em baixa, e era geralmente criticada pelos discos que fazia (a exceção é Creatures Of The Night, de onde saiu um dos maiores hits do Kiss, I Love It Loud, e Eric teve o som da sua bateria amplificado muito mais alto, porque os outros instrumentos não estariam tão entrosados, pelo fato de Ace ter sido demitido). Com o Kiss, Eric passou 10 anos, fez diversos discos, alguns com hits inesquecíveis, como o supracitado Creatures, o Lick It Up e sua faixa título (cujo clipe, de tão ridículo que era, passou a ser cult), o Crazy Nights (com a Crazy Crazy Nights), o Hot In The Shade, com Forever, alguns discos medianos, como Animalize e Asylum, e o péssimo Music From "The Elder".
Eis que chega 1991, alguns meses após o fim da turnê de Hot In The Shade. Eric estava meio mal de saúde, tossindo sangue e se sentindo fraco. Seu diagnóstico foi de um raro e inesperado câncer de coração. Em Abril de 1991, ele passou por diversas cirurgias para retirar tumores de seus átrios e dos pulmões, assim tentando recuperar sua função plena e evitar o retorno do câncer. Enquanto isso, Gene Simmons e Paul Stanley já ensaiavam com um músico em estúdio, Eric Singer, para o próximo disco do Kiss, se o pior acontecesse. Carr pressionou os dois para voltar para a banda, mas eles não deixaram, recomendaram que ele fosse para casa se recuperar pois quando estivesse 100%, teria seu lugar garantido de novo na banda. Uma música do futuro disco, God Gave Rock n'Roll To You, estava gravada, e o clipe seria gravado em breve. Carr pressionou Simmons e Stanley para que pelo menos eles deixassem ele gravar o clipe. Mesmo debilitado, foi para Los Angeles e gravou o clipe. Mal eles sabiam que seria a despedida de Eric Carr na bateria do Kiss. Depois disso, voltou para Nova York para se recuperar. Ele ainda estava realmente debilitado, e impossibilitado de tocar bateria para as sessões de Revenge. Depois de um tratamento agressivo, o câncer regrediu e sua saúde pareceu melhorar.
A última aparição pública de Eric Carr com o Kiss foi em Setembro de 1991, para o MTV Video Music Awards do ano. Logo depois, sofreu um aneurisma e foi levado para um hospital. Apesar de ter sobrevivido a este problema, poucos dias depois Carr teve uma hemorragia cerebral, causada por células cancerígenas transportadas para sua cabeça, e entrou em coma, do qual nunca mais saiu.

E, dois meses após esse episódio, no dia 24 de Novembro de 1991, no mesmo dia que Freddie Mercury morreu, de uma broncopneumonia decorrente da AIDS, o baterista mais talentoso do Kiss, e talvez da década de 80, nos deixou, e passou a história, sendo lembrado sempre pelos fãs de Kiss e amantes do rock. Então é isso, Eric e Freddie.
Rock In Peace, pros dois. Vocês são foda.



domingo, 18 de novembro de 2012

News of the Week (pra varia novo documentário do Kurt)

Show

          Bom, show do Kiss ótima banda e tal, não. O show foi legal, pelo que eu vi, mas não conseguiu mudar minha opinião sobre eles: muito show pouca música. "O Kiss não e uma banda de rock legal?" Claro que é mas eles levam muito mais pra atitude rock do que para música. Não que a música não seja rock mas o grade publico deles vai pela atitude deles e não pela música, sabe, eles devem ter o que, no máximo umas 5 músicas de sucesso e deu, ou seja, vale muito mais um show do Queen mesmo com esse outro loco, o Lampert acho é que isso, tem muito mais tudo. um show mais legal, uma música melhor e mais bem feita, músicos melhores e por ai vai. Mas só deixar minha opinião sobre o show e o Kiss. 


Ai esta a prova muita imagem pouca música

          Obs: Se pudesse teria ido.

O Gun's só se ferra

          Pois é o Gun's perdeu 75% dos fãs quando o Slash saiu e hoje em dia só se ferra. O Axl já bateu em fotografo entre outros e agora a noticia é que a prefeitura de Vegas não gosto de uma capa feita em homenagem a cidade. De boa é muito azar pra uma banda só (sei que essa noticia é velha) Em minha opinião o Axl tem que se decidir ou ele deixa o Slash e o Duff voltarem, se bem que eu acho que eles não voltam mais, ou ele encerra o Gun's, porque o que ele ta fazendo e só me da mais um motivo de dizer porque o Gun's é um lixo de banda.





sábado, 17 de novembro de 2012

Nata do Rock Apresenta : ZZ Top (Parte 2)

Demorou bastante, mas cheguei com a segunda parte da postagem sobre a carreira dos texanos do ZZ Top. Tô quase como a própria banda, que tirou uma 'folga' (originária do fracasso de Tejas, disco de 1976) entre 1977 e 1979.

Havíamos parado justamente nesse hiato. Pois em 1979, agora com um contrato para gravar seus discos pela Warner Bros.,  foi lançado Degüello, com Dusty Hill e Billy Gibbons barbudos. Não é do nível dos clássicos da banda, mas tem bons destaques, como She Loves My Automobile, o bluesaço A Fool For Your Stockings, e o cover da clássica Dust My Broom, de Robert Johnson. Dois anos depois é lançado El Loco. Fez mais sucesso que o anterior, e tem boas músicas, como Tube Snake Boogie e Pearl Necklace.
Apesar disso, o ZZ Top realmente entra para a história com o próximo disco que lançou. Um disco que, se alguém cita 5 músicas clássicas do ZZ Top, pelo menos metade são dele. Um disco que até o mais leigo ou poser ouvinte de rock, que se limita ao jogo Guitar Hero conhece alguma música. Além disso, foi o disco que transformou o ZZ Top em banda da MTV (sim, os clipes foram muito tocados na época), colocou o som de sintetizadores no blues da banda e, por último, mas não menos importante, figura na lista de discos mais vendidos da história, com mais ou menos 22 milhões de cópias. Trata-se de Eliminator, com os CLÁSSICOS Gimme All Your Lovin', Sharp Dressed Man, Legs, Got Me Under Pressure e TV Dinners. Como se não bastasse, foi nos clipes de Eliminator que o clássico Hot Rod do ZZ Top começou a aparecer.
Mais ou menos por essa época, em 1984, a Gilette ofereceu um contrato de um milhão de dólares pra Hill e Gibbons rasparem as barbas. Não rolou. Segundo eles, "ficamos muito feios sem elas".
Voltando ao estúdio, a banda teria uma árdua tarefa... assim como todas as bandas que atingem seu auge, o ZZ Top não conseguiu repetir nem o sucesso e nem a qualidade do sucessor de Eliminator, o Afterburner. Apesar de duramente criticado pelos blueseiros e críticos old school, por seu excesso de sintetizadores e até de bateria eletrônica, o disco teve alguns sucessos, como Sleeping Bag, Stages, e os hits Velcro Fly e Rough Boy, aliás, alguns dos últimos sucessos de destaque do ZZ Top. Em 1987, lançaram a coletânea Six Pack, com os seis primeiros discos de estúdio da banda reunidos (fora Degüello, que foi trocado por El Loco).
Em 1990, é lançado o último disco dessa "trilogia eletrônica" (que tem até nomes parecidos, Eliminator/Afterburner/Recycler). Não me admira como os críticos não chamaram o ZZ Top de, literalmente, "recicladores de lixo" depois desse disco. É o mais fraco dos três e, talvez, o mais fraco da carreira da banda, superando até o Tejas.
Recycler, porém, foi um divisor de águas na carreira do ZZ Top, assim como Tejas. Se no primeiro, a banda resolveu tirar umas "férias" e voltar de gravadora nova, no segundo eles fizeram o mesmo, só que sem as férias. Agora gravando pela RCA Records, a banda começou a recuperar um pouco do respeito com Antenna, em 1994. Pode não ser um grande disco, mas representa a volta do ZZ Top a um som mais direcionado ao blues guitarra/bateria/baixo, com menos eletrônica, e pelo menos um sucesso de verdade, Pincushion. Apesar disso, a volta definitiva às raízes foi com Rhythmeen, de 1996. Anos-luz melhor em relação aos seus antecessores, tem um sucesso (She's Just Killing Me) e uma música simplesmente FODA, que não foi single (Hairdresser). Infelizmente essa inspiração não durou muito. Em 1999, a banda, mais uma fez, fez o seu "pior disco", XXX, justamente na comemoração dos 30 anos. O problema dessa vez não foi experimentação, como Recycler, mas sim uma comodidade, uma falta de inspiração. O disco não é inovador, não tem um sucesso, é o "mais do mesmo" mais fraco do ZZ Top.
Em 2003 foi lançado Mescalero. Destaco a faixa título, muito boa, apesar de bem arrastada por causa do vocal e do estilo da bateria. Apesar disso, era mais ou menos sem inspiração como os anteriores, com uma música boa aqui, um destaque ali.
Eis que 9 anos sem lançar um disco, apenas fazendo turnês (aliás, turnês essas que originaram o live album Live In Texas, extremamente foda), o ZZ Top chega com La Futura, esse sim, um discaço. I Gotsta Get Paid, Consumption, Chartreuse, Flyin' High, só música foda. Não é à toa que a nota mínima do disco foi 3 estrelas e meia, o que, nos anteriores, era a nota máxima. Pelo que eu andei lendo, muitos blogueiros e críticos da internet tão falando em "disco do ano", quando falam no La Futura, superando até os inspirados Monster, do Kiss (que também andou surpreendendo, com os críticos falando em "melhor disco do Kiss em 20 anos), e o Clockwork Angels, do Rush, que também é um puta disco e, com certeza, o melhor desde o Counterparts. Acredito que depois do La Futura, o ZZ Top ainda tem bala na agulha pra lançar uns discos muito bons.

Então é isso, galera, se perderam a parte um, é só clicar aqui, e conhecer mais sobre a carreira desse power trio foda.