Bem primeiro quero me desculpar por
parar as postagens, não que tenha largado o blog nem nada e só que, hã, bom não
vou ficar me desculpando nem nada só faço essa postagem para parabenizar o Arthur
por seu ‘‘trabalho’’ ser, de certa forma, reconhecido e dizer que pretendo, o
mais cedo possível, voltar a postar neste belo blog que tanto adoro e também parabenizo.
Bem
para acabar vamos com uma das poucas, talvez ate a única, bandas canadenses que
prestam. Isso mesmo você que já está habituado ao blog sabe que falo do trio
que vale por mil, Rush.
Como andava meio sem tempo, demorou pra sair a postagem, mas finalmente tá aí.
No último dia 6, um pensamento que passou pela cabeça de um cara voltando de ônibus depois de um ensaio pro projeto do colégio completou um ano. Era uma ideia completamente leviana, idiota talvez..."Quem ia querer ver um blog meu de rock? Nem vai fazer sucesso.".
Foram muitas postagens, muitos assuntos, muitas histórias. E hoje dá pra dizer que eu estava enganado. Vejo blogs de meus amigos que começaram até antes do meu e que hoje em dia tem metade das visualizações que o Nata tem. Outros que sempre fizeram mais sucesso que o meu, mas que no momento não estão mais ativos. Vejo isso e me sinto mais orgulhoso ainda, não só de conseguir manter o blog na ativa (apesar de passar um bom tempo entre algumas postagens de vez em quando), como conseguir fazer ele ser visto.
Qual não foi minha surpresa quando há mais ou menos um mês joguei o nome do blog no google por curiosidade e apareceram várias postagens logo na primeira página. Mas o que me deixou mais feliz foi uma postagem do site Queen Net (site brasileiro de um fã clube do Queen) onde minha postagem sobre o Show do Live Aid (era uma postagem da série Shows Históricos) foi postada. Exatamente igual, letra por letra, com fonte e tudo, obviamente. Não foi uma postagem sobre o que eu escrevi. ERA A MINHA POSTAGEM ALI. *-*
Enfim, isso só mostra o sucesso que o blog faz e que os comentários maldosos do começo, de gente que (agora posso dizer) nunca teria capacidade de fazer melhor, que diziam "desista, esse blog é um lixo", estavam enganados. Só tenho a agradecer ao pessoal que escreve junto, André, Gabriel e Cirillo e, principalmente, a vocês, leitores do blog, por fazerem dele um sucesso.
Enfim, parabéns ao blog, que venham ainda muitos anos!!!
Na segunda parte vou trazer os números desse um ano de Nata do Rock, inclusive as 10 postagens mais populares desde o começo.
Galera, foi mal por esse mês de Junho, to meio sem tempo pra postar e to sozinho no esquema ultimamente, então só consegui fazer três postagens nas últimas duas semanas :( prometo que nas férias de Julho vai ter bem mais postagens.
Bom, quanto à notícia, ninguém sabia ao certo quando seria lançado o clipe. Aí há mais ou menos uns 3 dias atrás o Chad Smith postou no twitter dele (legal que os Peppers tinham vindo de uma noite de show e mesmo assim ele postou às 6 da manhã O.o) dizendo que no outro dia sairia o clipe de Brendan's.
Prometeu e cumpriu. Ontem foi oficialmente lançado o clipe, que segue abaixo pra quem quiser ver.
O clipe ficou ótimo, principalmente a parte do Death Song de fogo. Mas a edição do single ficou um lixo, a música não tem mais conexão, cortaram dois minutos da versão original, é muita coisa. Ainda bem que perguntaram pro Chad no twitter se iria sair uma versão com a música completa e ele confirmou. Já que estamos falando dos Chili Peppers, uma notícia bônus: Finalmente Snow ((Hey Oh)) voltou pro setlist!!! É a primeira vez que ela é tocada na I'm With You Tour. Espero que ainda toquem bastante ela.
Há algumas semanas o baterista do Red Hot Chili Peppers, Chad Smith, andou postando no twitter, respondendo a um fã brasileiro da banda, sobre as B-sides do I'm With You, último disco deles, lançado ano passado. Chad disse que haveriam sim B-Sides. E seriam 10 nos próximos 6 meses.
Logo após apareceu Flea em seu twitter dizendo que não seriam 10, mas sim 18 B-Sides. Enquanto isso iam rolando boatos de uma música chamada Never Is A Long Time, que eles deixaram de fora do IWY mas que usariam no próximo disco. Aliás, há quem diga que uma parte da Final Jam da banda, nos shows, depois de Give It Away, seja a tal música. E eu não duvido, eu ouvi a jam no show deles que passou no Youtube Live, do Bonnaroo Music Festival, e aquilo tem estrutura de música.
Nos últimos dias foi divulgado alguns nomes e datas das B-Sides:
O primeiro par, "Strange Man" e "Long Progression", vai ser lançado dia 14 de Agosto.
O segundo, "Magpies" e "Victorian Machinery", em 11 de Setembro.
O terceiro, "Never Is A Long Time" e "Love Of Your Life" (será que tem algo a ver com o Queen?), será lançado dia 2 de Outubro.
Ainda haverão mais 3 pares em 2012, que serão lançados dias 6 de Novembro e 4 e 18 de Dezembro. Os últimos dois pares serão lançados em 2013.
Agora é esperar, mas eu estou com uma expectativa boa quanto a essas B-sides, principalmente Never Is A Long Time. Acho que vai ser daquelas músicas do RHCP que mereciam ter entrado no disco, tipo Joe, Million Miles Of Water ou Soul To Squeeze.
Ah, mais uma notícia: Foi divulgada a capa do novo single do disco, Brendan's Death Song.
Fazia tempo que eu não resenhava um disco aqui no blog (o primeiro e único que eu fiz resenha até hoje foi Jupiter/Mars, os dois discos do Stadium Arcadium, do Red Hot Chili Peppers. Então resolvi pegar algum que não é tão lembrado. Muito disso se deve ao fato da vasta discografia de Young ter discos absolutamente memoráveis, como Everybody Knows This Is Nowhere (1969), Harvest (1972), On The Beach (1974), Rust Never Sleeps (1979), entre outros.
Também não ajuda muito o fato dos discos, a partir da Era Geffen, variarem por muitos estilos e gêneros, inclusive na maioria sem os fiéis escudeiros da Crazy Horse. Isso gerou vários discos esquecíveis, como Trans e Eveybody's Rockin', e outros horríveis, como Landing On Water, que é um tremendo lixo. Apesar disso Young teve vários bons momentos novamente, principalmente depois de voltar para a Reprise, o selo onde lançou seus maiores clássicos. Discos como Freedom, Harvest Moon e Mirrorball (com um tal de Pearl Jam como banda de apoio) comprovam isso.
Bom, indo para o escolhido de hoje, Young, depois de vários discos de gêneros variados, dispensou a Crazy Horse de seu penúltimo disco (na verdade desde o conceitual Greendale eles não tinham trabalhado mais juntos, até o novo disco). Era ele e o violão. Ou não.
Le Noise é um disco completamente diferente de tudo que Young já fez, porque além de ter sido gravado numa mansão em Los Angeles, é o peso, sem suas bandas de apoio, acompanhado de seu vocal. Ou seja: ele simplesmente abandonou a fórmula violão/voz pra adotar a fórmula Les Paul suja e distorcida/voz. O resultado, apesar de interessante, é bem estranho.
De cara o disco já começa com um acorde poderoso, agressivo, a cara do Neil Young. É Walk With Me, primeira música do disco, aliás, grande música. É meio enrolada no final, com aqueles efeitos malucos, mas é um destaque do disco. Logo após vem Sign Of Love, que tem um riff que lembra vagamente This Note's For You, do disco homônimo, também de Neil Young.. Só que, é claro, mais pesada. E tem uma bela letra, essa música viraria um clássico se fosse feita com o violão, melhor ainda do que já é. Infelizmente Neil Young errou na escolha dessa vez. Depois dessas duas, vem Someone's Gonna Rescue You, uma música de menos destaque.
Quando eu falei que o disco é sujo, pesado e agressivo, é e não é verdade. A quarta música, Love And War, na minha opinião, é a melhor do disco, e foi feita com violão, ela é acústica. Não tem muito o que falar, é uma letra linda e uma melodia igualmente linda. Angry World, que vem depois, mais uma vez, segue a linha principal do disco, pesada, mas com uma das tantas letras incríveis de Young.
Hitchhiker é outro destaque do disco, mas também é um "mais do mesmo". Guitarra bem pesada.
Após essa sequência pesada, vem o segundo momento acústico do disco: Peaceful Valley Boulevard. É a maior música do disco, com 7 minutos e 10 segundos de duração. Mas cada segundo vale a pena nessa música, é linda, e principalmente pelas linhas vocais de Young, o que é algo raro, já que vocal nunca foi o forte dele, e sim a guitarra.
Para finalizar o disco vem Rumblin', com muitos efeitos, mais ou menos como Walk With Me.
Junto com o lançamento do disco, Young lançou um filme, onde ele interpreta todas as músicas, provavelmente na mansão onde foi gravado o disco. Pra quem quiser ver é esse aqui:
Apesar de soar muito estranho, experimental e repetitivo de cara, Le Noise vale algumas audições posteriores, quando se transforma num belo disco. Pra mim, nota 7,5.
E pros fãs do Neil Young: não esqueçam que saiu o disco novo dele, Americana, semana passada. É, como foi dito na postagem, a primeira contribuição de Young com a Crazy Horse desde o Greendale, lançado em 2003.